<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0"><channel><title><![CDATA[Instituto Velasco PLAY]]></title><description><![CDATA[Plataforma de ensino continuado para quem trabalha com Harmonização Facial e Implantodontia.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br</link><image><url>https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!n1EK!,w_256,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fa47b0f31-5895-4cd7-a30b-e04502804b1d_939x939.png</url><title>Instituto Velasco PLAY</title><link>https://play.institutovelasco.com.br</link></image><generator>Substack</generator><lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2026 17:48:41 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://play.institutovelasco.com.br/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[Instituto Velasco]]></copyright><language><![CDATA[pt-br]]></language><webMaster><![CDATA[institutovelasco@substack.com]]></webMaster><itunes:owner><itunes:email><![CDATA[institutovelasco@substack.com]]></itunes:email><itunes:name><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></itunes:name></itunes:owner><itunes:author><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></itunes:author><googleplay:owner><![CDATA[institutovelasco@substack.com]]></googleplay:owner><googleplay:email><![CDATA[institutovelasco@substack.com]]></googleplay:email><googleplay:author><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></googleplay:author><itunes:block><![CDATA[Yes]]></itunes:block><item><title><![CDATA[O Dimorfismo Sexual e a Identidade de Cada Face [Beleza Atemporal Aula 15]]]></title><description><![CDATA[Na harmoniza&#231;&#227;o facial de excel&#234;ncia, um dos conceitos mais cr&#237;ticos e que dita o sucesso ou o desastre de um tratamento &#233; o dimorfismo sexual &#8212; a diferencia&#231;&#227;o anat&#244;mica natural entre fei&#231;&#245;es mascul&#8230;]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/o-dimorfismo-sexual-e-a-identidade</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/o-dimorfismo-sexual-e-a-identidade</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:53:55 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886787/686c590d-9998-4260-a157-461f511c46b9/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Na harmoniza&#231;&#227;o facial de excel&#234;ncia, um dos conceitos mais cr&#237;ticos e que dita o sucesso ou o desastre de um tratamento &#233; o dimorfismo sexual &#8212; a diferencia&#231;&#227;o anat&#244;mica natural entre fei&#231;&#245;es mascul&#8230;</p>
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          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/o-dimorfismo-sexual-e-a-identidade">
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Roacutan e os Procedimentos Estéticos]]></title><description><![CDATA[Se voc&#234; atua na &#225;rea da est&#233;tica, com certeza j&#225; viveu ou ouviu falar desta cena: o paciente finalmente termina o seu &#225;rduo tratamento para acne com isotretino&#237;na oral (o famoso ou infame Roacutan) e, ansioso para se livrar das cicatrizes que restaram, pede para iniciar os procedimentos est&#233;ticos.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/roacutan-e-os-procedimentos-esteticos</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/roacutan-e-os-procedimentos-esteticos</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Zaideman Azar]]></dc:creator><pubDate>Mon, 29 Jun 2026 10:30:39 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/5d73632c-294c-4392-a26b-dea3af695532_1100x574.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Se voc&#234; atua na &#225;rea da est&#233;tica, com certeza j&#225; viveu ou ouviu falar desta cena: o paciente finalmente termina o seu &#225;rduo tratamento para acne com isotretino&#237;na oral (o famoso ou infame Roacutan) e, ansioso para se livrar das cicatrizes que restaram, pede para iniciar os procedimentos est&#233;ticos. A resposta padr&#227;o, repetida como um mantra por d&#233;cadas, sempre foi: <em>&#8220;Vamos ter que esperar de 6 a 12 meses&#8221;</em>.</p><p>A justificativa? O medo da cicatriza&#231;&#227;o hipertr&#243;fica, da forma&#231;&#227;o de queloides e do atraso na recupera&#231;&#227;o da pele. Essa recomenda&#231;&#227;o, inclusive, ainda consta em muitas bulas e termos de consentimento. Mas a ci&#234;ncia evolui, os equipamentos mudam e, felizmente, a nossa compreens&#227;o sobre a pele tamb&#233;m.</p><p>Com base nas <em>Diretrizes Padr&#227;o de Cuidados (Standard Guidelines of Care)</em> publicadas em 2017 e ratificadas por consensos mais recentes, como os da ASDS (American Society for Dermatologic Surgery) e JAMA Dermatology, chegou a hora de revermos nossos conceitos. Vamos mergulhar no que as evid&#234;ncias realmente nos dizem e por que aquele medo antigo j&#225; n&#227;o se justifica na pr&#225;tica cl&#237;nica atual.</p><h3>De onde surgiu o medo?</h3><p>Historicamente, a regra dos &#8220;6 meses de espera&#8221; foi baseada em relatos de casos isolados e estudos muito pequenos publicados entre as d&#233;cadas de 1980 e 1990. Naquela &#233;poca, os procedimentos est&#233;ticos eram infinitamente mais agressivos. Est&#225;vamos falando de dermoabras&#227;o mec&#226;nica profunda e lasers de gera&#231;&#245;es antigas (como o laser de arg&#244;nio), que causavam um dano t&#233;rmico e f&#237;sico gigante na pele.</p><p>Foi uma rea&#231;&#227;o em cadeia: alguns poucos casos deram errado e, por precau&#231;&#227;o (e muito medo de processos m&#233;dico-legais), criou-se uma regra universal que engessou a pr&#225;tica cl&#237;nica por mais de vinte anos.</p><h3>A Biologia por tr&#225;s do Mito</h3><p>O que se tem visto nos estudos recentes &#233; que, de fato, a isotretino&#237;na deixa a pele mais &#8220;fina&#8221; e o estrato c&#243;rneo mais sens&#237;vel. </p><p>Em procedimentos extremamente agressivos, isso poderia dificultar a reepiteliza&#231;&#227;o. No entanto, a realidade hoje &#233; dominada por tecnologias fracionadas. O conceito de manter &#8220;ilhas&#8221; de pele saud&#225;vel entre as les&#245;es t&#233;rmicas (como nos lasers fracionados e no microagulhamento) mudou o jogo da cicatriza&#231;&#227;o.</p><p>Uma observa&#231;&#227;o constante nesses trabalhos mais recentes &#233; que, embora a isotretino&#237;na interfira na a&#231;&#227;o das metaloproteinases (enzimas que degradam o col&#225;geno), <strong>os fibroblastos n&#227;o s&#227;o silenciados</strong>. Eles continuam sendo ativados normalmente.</p><p>E o risco de queloide? A ci&#234;ncia moderna nos mostra que a forma&#231;&#227;o de queloides &#233;, primariamente, uma caracter&#237;stica gen&#233;tica. N&#227;o se conseguiu comprovar nenhuma correla&#231;&#227;o direta entre o uso de isotretino&#237;na e a &#8220;cria&#231;&#227;o&#8221; dessa tend&#234;ncia. Ou seja: quem tem gen&#233;tica para ter queloide, ter&#225; com ou sem o uso do Roacutan. A droga, por si s&#243;, n&#227;o fabrica essa complica&#231;&#227;o.</p><p>Curiosamente, um dos trabalhos citados na revis&#227;o pontua que a resolu&#231;&#227;o das cicatrizes de acne foi <em>ainda melhor</em> quando peelings qu&#237;micos superficiais foram associados ao uso concomitante da isotretino&#237;na.</p><h3>O que est&#225; liberado?</h3><p>Segundo os consensos, procedimentos minimamente invasivos s&#227;o, em sua grande maioria, <strong>seguros</strong>. Isso inclui:</p><ul><li><p>Toxina botul&#237;nica e preenchedores d&#233;rmicos;</p></li><li><p>Fios de PDO e Bioestimuladores de col&#225;geno;</p></li><li><p>Microagulhamento (com ou sem radiofrequ&#234;ncia);</p></li><li><p>Lasers fracionados (ablativos ou n&#227;o ablativos) e Luz Intensa Pulsada;</p></li><li><p>Peelings superficiais e de m&#233;dia profundidade;</p></li><li><p>Ultrassom Microfocado (MFU).</p></li></ul><p>A restri&#231;&#227;o real e a necessidade de cautela (a&#237; sim, esperando a janela de 6 meses) ficam restritas a procedimentos como resurfacing facial total com laser de CO2 ablativo cont&#237;nuo, dermoabras&#227;o cl&#225;ssica e peelings profundos.</p><h2>Lendo nas Entrelinhas</h2><p>Apesar das excelentes not&#237;cias, n&#227;o podemos ler artigos cient&#237;ficos de olhos fechados. Como profissionais de sa&#250;de, precisamos ter uma vis&#227;o cr&#237;tica sobre o que est&#225; publicado. Aqui v&#227;o algumas observa&#231;&#245;es cruciais sobre esses guidelines:</p><p><strong>1. O Fototipo</strong><br>Este consenso de 2017 foi elaborado pela <em>Association of Cutaneous Surgeons</em> da &#205;ndia. Isso &#233; um detalhe de extrema relev&#226;ncia cl&#237;nica! O artigo &#233; voltado para pacientes indianos, que possuem peles retintas (marrons), muito mais complexas e com uma predisposi&#231;&#227;o geneticamente maior &#224; hiperpigmenta&#231;&#227;o p&#243;s-inflamat&#243;ria e a cicatrizes hipertr&#243;ficas. Se o guideline considerou seguro realizar diversos tratamentos para esse grupo de &#8220;maior risco&#8221;, isso nos d&#225; uma margem de seguran&#231;a ainda mais confort&#225;vel para atuar em pacientes de fototipos menores (I a III).</p><p><strong>2. O N&#237;vel de Evid&#234;ncia</strong><br>A maioria das recomenda&#231;&#245;es liberando os procedimentos alcan&#231;ou um N&#237;vel de Evid&#234;ncia B ou C (baseado na escala de Harbour e Miller). Isso significa que o consenso &#233; constitu&#237;do basicamente de estudos observacionais, retrospectivos, revis&#245;es sistem&#225;ticas de menor impacto e s&#233;ries de casos. N&#227;o &#233; a &#8220;verdade absoluta&#8221; de um ensaio cl&#237;nico randomizado duplo-cego, mas dentro da hierarquia cient&#237;fica, indica que a recomenda&#231;&#227;o &#233; s&#243;lida e a fonte &#233; confi&#225;vel.</p><p><strong>3. A Sinceridade Cient&#237;fica</strong><br>O consenso se baseia no que est&#225; publicado, ou seja, no que deu certo. E aqui entra um grande questionamento: os casos que deram errado n&#227;o foram publicados por falta de interesse estat&#237;stico ou pelo puro medo &#233;tico e judicial dos m&#233;dicos (j&#225; que, no papel, estariam indo contra a recomenda&#231;&#227;o da bula)?</p><p>O pr&#243;prio trabalho traz um trecho maravilhoso (e muito sincero) na parte sobre laser capilar: <em>&#8220;V&#225;rios estudos demonstraram a seguran&#231;a do procedimento. Em contraste, nunca houve um &#250;nico estudo que estabelecesse que o procedimento era inseguro.&#8221;</em> Achei &#243;tima essa sinceridade! Mas, brincadeiras &#224; parte, eles deixam claro um princ&#237;pio b&#225;sico da ci&#234;ncia: a aus&#234;ncia de evid&#234;ncia de risco n&#227;o &#233; exatamente o mesmo que a prova irrefut&#225;vel de seguran&#231;a total.</p><p><strong>4. A Quest&#227;o da Dose Importa</strong><br>Um detalhe fundamental que n&#227;o podemos ignorar &#233; a rela&#231;&#227;o dose-dependente. De forma geral, pacientes tomando 10 a 20 mg/dia est&#227;o em uma dosagem baixa, considerada segura para a realiza&#231;&#227;o de procedimentos. O consenso sugere, <strong>por falta de comprova&#231;&#245;es mais robustas</strong>, restringir interven&#231;&#245;es concomitantes a pacientes usando doses menores que <strong>0,5 mg/kg/dia</strong>. Portanto, muito cuidado: as conclus&#245;es destas diretrizes podem n&#227;o se aplicar &#224;quele seu paciente que est&#225; fazendo um tratamento de ataque com doses altas (como 1 mg/kg/dia).</p><p><strong>5. Tempo de Acompanhamento</strong><br>A maioria dos casos relatados nestes estudos teve um per&#237;odo de <em>follow-up</em> (acompanhamento) curto, variando de 1 a 3 meses. Sabemos que a biologia da cicatriza&#231;&#227;o &#233; complexa e, &#224;s vezes, queloides e cicatrizes hipertr&#243;ficas podem levar muito mais tempo do que isso para come&#231;arem a se manifestar clinicamente. &#201; um ponto de aten&#231;&#227;o.</p><p><strong>6. Seguran&#231;a x Efic&#225;cia</strong><br>Por fim, uma observa&#231;&#227;o: esses trabalhos focam puramente no <strong>perfil de seguran&#231;a</strong>. Eles comprovam que fazer o procedimento n&#227;o vai &#8220;destruir&#8221; o rosto do paciente. No entanto, eles n&#227;o comparam resultados a longo prazo. </p><p>Ser&#225; que vale a pena investir financeiramente em um tratamento com bioestimuladores de col&#225;geno enquanto o paciente est&#225; em uso da medica&#231;&#227;o? O resultado final (a neocolag&#234;nese) ser&#225; t&#227;o bom quanto seria em um paciente sem a influ&#234;ncia da isotretino&#237;na no metabolismo celular? Isso ainda &#233; uma inc&#243;gnita! Mas saber que n&#227;o causaremos danos j&#225; &#233; um al&#237;vio gigante.</p><h3>Conclus&#227;o</h3><p>A medicina est&#233;tica e dermatol&#243;gica mudou. A recomenda&#231;&#227;o engessada de esperar 6 meses para qualquer procedimento em pacientes p&#243;s-Roacutan &#233; obsoleta e baseada em um medo jur&#237;dico cr&#244;nico, n&#227;o em evid&#234;ncias biol&#243;gicas atuais. Com o devido consentimento informado, avalia&#231;&#227;o individualizada da dose (&lt; 0,5 mg/kg/dia) e uso de tecnologias minimamente invasivas, podemos otimizar o tempo dos nossos pacientes e come&#231;ar a tratar suas cicatrizes precocemente, devolvendo autoestima sem abrir m&#227;o da seguran&#231;a.</p><p>Procurem ler as refer&#234;ncias deste consenso, pois elas abrem portas para outros <em>guidelines</em> riqu&#237;ssimos da ASDS que complementam perfeitamente essa discuss&#227;o.</p><p>Bons estudos pessoinhas!!!!</p><p></p><h2>Refer&#234;ncias</h2><div class="file-embed-wrapper" data-component-name="FileToDOM"><div class="file-embed-container-reader"><div class="file-embed-container-top"><image class="file-embed-thumbnail-default" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!0Cy0!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack.com%2Fimg%2Fattachment_icon.svg"></image><div class="file-embed-details"><div class="file-embed-details-h1">Jcas 10 186</div><div class="file-embed-details-h2">191KB &#8729; PDF file</div></div><a class="file-embed-button wide" href="https://play.institutovelasco.com.br/api/v1/file/232f6c7d-ceea-438f-a1c0-11bf014846f7.pdf"><span class="file-embed-button-text">Download</span></a></div><a class="file-embed-button narrow" href="https://play.institutovelasco.com.br/api/v1/file/232f6c7d-ceea-438f-a1c0-11bf014846f7.pdf"><span class="file-embed-button-text">Download</span></a></div></div><p></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Os Mitos, Erros e Acertos no Contorno Mandibular [Beleza Atemporal Aula 14]]]></title><description><![CDATA[O contorno de mand&#237;bula tornou-se o grande &#8220;hype&#8221; da harmoniza&#231;&#227;o facial.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/os-mitos-erros-e-acertos-no-contorno</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/os-mitos-erros-e-acertos-no-contorno</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:51:29 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886786/4a4de7ef-977d-40d5-8831-93b332730233/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>O contorno de mand&#237;bula tornou-se o grande &#8220;hype&#8221; da harmoniza&#231;&#227;o facial. Para muitos pacientes, o pr&#243;prio conceito de harmonizar a face resume-se a exibir uma mand&#237;bula e um malar extremamente desen&#8230;</p>
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          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/os-mitos-erros-e-acertos-no-contorno">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Projeção do Terço Médio e os Limites Anatômicos [Beleza Atemporal Aula 13]]]></title><description><![CDATA[Na an&#225;lise de perfil da face, a proje&#231;&#227;o do ter&#231;o m&#233;dio &#233; o fator que, em &#250;ltima inst&#226;ncia, define o limite seguro do seu tratamento com preenchedores.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/a-projecao-do-terco-medio-e-os-limites</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/a-projecao-do-terco-medio-e-os-limites</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:50:35 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886783/c078ac9a-09f8-4122-9b53-a68edece512c/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Na an&#225;lise de perfil da face, a proje&#231;&#227;o do ter&#231;o m&#233;dio &#233; o fator que, em &#250;ltima inst&#226;ncia, define o limite seguro do seu tratamento com preenchedores. Para atuar nessa regi&#227;o com previsibilidade e n&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-projecao-do-terco-medio-e-os-limites">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Segurança em Procedimentos Estéticos: A Dinâmica entre Agulhas e Cânulas]]></title><description><![CDATA[A escolha entre utilizar agulhas ou c&#226;nulas em procedimentos est&#233;ticos injet&#225;veis &#8212; especialmente no preenchimento facial &#8212; &#233; um dos debates mais persistentes na medicina est&#233;tica.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/seguranca-em-procedimentos-esteticos-agulhas-canulas</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/seguranca-em-procedimentos-esteticos-agulhas-canulas</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:31:08 GMT</pubDate><enclosure url="https://api.substack.com/feed/podcast/188311771/7f52c9accd3da500cd55ec60742851a1.mp3" length="0" type="audio/mpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>A escolha entre utilizar agulhas ou c&#226;nulas em procedimentos est&#233;ticos injet&#225;veis &#8212; especialmente no preenchimento facial &#8212; &#233; um dos debates mais persistentes na medicina est&#233;tica. Frequentemente, assume-se que a c&#226;nula &#233;, por defini&#231;&#227;o, um dispositivo intrinsecamente mais seguro do que a agulha. No entanto, uma an&#225;lise mais t&#233;cnica e baseada em evid&#234;ncias revela que essa percep&#231;&#227;o de seguran&#231;a n&#227;o &#233; absoluta e depende fundamentalmente do calibre (gauge) do dispositivo utilizado.</p><h3>O mito da seguran&#231;a absoluta</h3><p>A ideia de que a c&#226;nula &#233; sempre mais segura baseia-se no fato de ela possuir uma ponta romba, o que teoricamente permitiria que o dispositivo deslizasse pelos tecidos e contornasse estruturas vasculares e nervosas em vez de perfur&#225;-las. Por outro lado, a agulha, possuindo uma ponta cortante (bisel), tem como objetivo prim&#225;rio a penetra&#231;&#227;o, o que a torna indispens&#225;vel para maior precis&#227;o em pontos espec&#237;ficos.</p><p>Contudo, estudos realizados em simula&#231;&#245;es anat&#244;micas demonstram que, &#224; medida que diminu&#237;mos o calibre do dispositivo (aumentando o n&#250;mero do <em>gauge</em>), a diferen&#231;a de for&#231;a necess&#225;ria para perfurar uma parede arterial torna-se desprez&#237;vel.</p><h3>A f&#237;sica da penetra&#231;&#227;o vascular</h3><p>Pesquisas utilizando modelos em cad&#225;veres, que permitem mensurar a for&#231;a necess&#225;ria (medida em Newtons) para transfixar vasos cr&#237;ticos da face &#8212; como a art&#233;ria facial e a art&#233;ria temporal superficial &#8212; revelam que em calibres maiores, como os de 20 ou 22 <em>gauge</em>, h&#225; uma diferen&#231;a observ&#225;vel: a c&#226;nula exige uma for&#231;a consideravelmente maior para penetrar a parede do vaso quando comparada a uma agulha de calibre similar. Nesse cen&#225;rio, a c&#226;nula oferece, de fato, uma vantagem mec&#226;nica de seguran&#231;a.</p><p>Entretanto, o cen&#225;rio muda quando observamos dispositivos de calibres menores, como 27 ou 30 <em>gauge</em>. Nesses di&#226;metros, a for&#231;a necess&#225;ria para que uma c&#226;nula perfure um vaso torna-se praticamente id&#234;ntica &#224; for&#231;a necess&#225;ria para uma agulha. Em termos pr&#225;ticos, uma c&#226;nula de 30 <em>gauge</em> perde grande parte da sua capacidade de &#8220;afastar&#8221; o vaso, comportando-se, sob a press&#227;o do movimento, de forma muito semelhante a uma agulha.</p><h3>Implica&#231;&#245;es cl&#237;nicas</h3><p>Essa descoberta &#233; fundamental para o dia a dia do profissional. O risco de emboliza&#231;&#227;o vascular &#8212; um dos eventos adversos mais graves em procedimentos de preenchimento &#8212; n&#227;o est&#225; ausente pelo simples uso de uma c&#226;nula. Se o profissional utiliza uma c&#226;nula de calibre muito fino, a ilus&#227;o de seguran&#231;a pode levar a uma falsa sensa&#231;&#227;o de que a perfura&#231;&#227;o vascular &#233; imposs&#237;vel, o que pode reduzir a cautela necess&#225;ria durante a inje&#231;&#227;o.</p><p>&#201; importante ressaltar que os valores de for&#231;a obtidos em modelos cadav&#233;ricos n&#227;o traduzem perfeitamente a realidade de um paciente vivo, cuja elasticidade tecidual e press&#227;o sangu&#237;nea variam. Contudo, como base de compara&#231;&#227;o entre dispositivos, o experimento &#233; elucidativo: a seguran&#231;a da c&#226;nula &#233; proporcional ao seu calibre. Quanto maior o calibre (ou seja, quanto mais espessa a c&#226;nula), maior &#233; a resist&#234;ncia mec&#226;nica oferecida &#224; perfura&#231;&#227;o acidental.</p><h3>Precis&#227;o versus Prote&#231;&#227;o</h3><p>O debate n&#227;o deve ser sobre qual ferramenta &#233; &#8220;melhor&#8221;, mas sobre qual &#233; a mais adequada para cada objetivo. As agulhas oferecem uma precis&#227;o inigual&#225;vel, essencial para o posicionamento preciso do produto em planos profundos ou sobre superf&#237;cies &#243;sseas. As c&#226;nulas, por sua vez, oferecem uma trajet&#243;ria mais suave em tecidos moles e s&#227;o ideais para o preenchimento de &#225;reas extensas com menor trauma tecidual &#8212; desde que utilizadas em calibres que garantam a sua fun&#231;&#227;o de desvio vascular.</p><h3>Considera&#231;&#245;es Finais</h3><p>A transi&#231;&#227;o para dispositivos de calibres menores, que tem se tornado uma tend&#234;ncia para minimizar o desconforto e o trauma para o paciente, traz consigo uma responsabilidade maior. O profissional deve estar ciente de que, ao optar por c&#226;nulas muito finas, a caracter&#237;stica de &#8220;seguran&#231;a&#8221; (pontta romba) &#233; mitigada.</p><p>Portanto, a seguran&#231;a em procedimentos injet&#225;veis nunca deve ser delegada exclusivamente ao dispositivo. Ela permanece sendo uma tr&#237;ade composta por:</p><ol><li><p><strong>Conhecimento anat&#244;mico aprofundado:</strong> O dom&#237;nio das zonas de risco e da profundidade dos vasos.</p></li><li><p><strong>T&#233;cnica de inje&#231;&#227;o:</strong> A aplica&#231;&#227;o lenta, com baixa press&#227;o e aspira&#231;&#227;o pr&#233;via, continua sendo a regra de ouro, independentemente do dispositivo escolhido.</p></li><li><p><strong>Sele&#231;&#227;o criteriosa do material:</strong> Entender os limites f&#237;sicos das ferramentas de trabalho.</p></li></ol><p>Em &#250;ltima an&#225;lise, a c&#226;nula de alto calibre continua sendo um dispositivo valioso para a seguran&#231;a, mas n&#227;o &#233; um passe livre para a neglig&#234;ncia t&#233;cnica. O uso da agulha, quando necess&#225;rio, n&#227;o deve ser evitado por medo, mas realizado com a precis&#227;o de quem conhece as propriedades f&#237;sicas do material que est&#225; manuseando. A excel&#234;ncia reside no equil&#237;brio entre a escolha correta do dispositivo e a consci&#234;ncia constante dos riscos anat&#244;micos envolvidos.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Análise do Perfil [Beleza Atemporal Aula 12]]]></title><description><![CDATA[A harmoniza&#231;&#227;o facial de excel&#234;ncia exige uma vis&#227;o tridimensional.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/analise-do-perfil-beleza-atemporal</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/analise-do-perfil-beleza-atemporal</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:47:29 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886782/3713863e-89e4-40fe-af34-ebd54e0fd907/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>A harmoniza&#231;&#227;o facial de excel&#234;ncia exige uma vis&#227;o tridimensional. Analisar o paciente apenas de frente &#233; um erro que compromete o resultado est&#233;tico. &#201; por isso que a &#8220;perfiloplastia&#8221; ganhou tanto &#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/analise-do-perfil-beleza-atemporal">
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          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Dinâmica do Sorriso e Seus Limites Clínicos [Beleza Atemporal Aula 11]]]></title><description><![CDATA[O sorriso &#233; o elemento central da comunica&#231;&#227;o humana, capaz de transmitir desde acolhimento at&#233; cinismo.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/a-dinamica-do-sorriso-e-seus-limites</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/a-dinamica-do-sorriso-e-seus-limites</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:44:56 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886778/e9a0f396-7a10-4852-a8cd-2c31b66247af/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>O sorriso &#233; o elemento central da comunica&#231;&#227;o humana, capaz de transmitir desde acolhimento at&#233; cinismo. Na harmoniza&#231;&#227;o facial, ele &#233; frequentemente o alvo de interven&#231;&#245;es est&#233;ticas. Ferramentas com&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-dinamica-do-sorriso-e-seus-limites">
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          </a>
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   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Análise Comparativa entre o Produto Harmonyca™ e a Mistura Manual de Ácido Hialurônico e Hidroxiapatita de Cálcio Na Harmonização Facial]]></title><description><![CDATA[HarmonyCa&#8482; ou mistura manual? Analise as diferen&#231;as t&#233;cnicas, seguran&#231;a e carga bioestimuladora entre o preenchedor h&#237;brido e o preparo artesanal de AH e CaHA.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/analise-comparativa-harmonyca-mistura-manual-harmonizacao-facial</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/analise-comparativa-harmonyca-mistura-manual-harmonizacao-facial</guid><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:30:46 GMT</pubDate><enclosure url="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!rSfu!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F4f66142e-480f-4520-8cdd-8fcdf626cc06_814x526.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento facial &#233; um processo multifatorial que compromete a integridade das camadas &#243;ssea, muscular, adiposa e d&#233;rmica, resultando em perda de volume e redu&#231;&#227;o da elasticidade cut&#226;nea. Com o avan&#231;o da Harmoniza&#231;&#227;o Facial, a busca por resultados que combinem o efeito de volumiza&#231;&#227;o imediata do &#225;cido hialur&#244;nico (AH) com a durabilidade bioestimuladora da hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA) tornou-se uma tend&#234;ncia cl&#237;nica.</p><p>Nesse cen&#225;rio, surge o HarmonyCa&#8482;, um preenchedor h&#237;brido industrializado que entrega uma formula&#231;&#227;o est&#225;vel e previs&#237;vel. Contudo, impulsionados pela busca por redu&#231;&#227;o de custos, muitos profissionais t&#234;m optado pela pr&#225;tica da &#8220;mistura manual&#8221; desses componentes em ambiente de consult&#243;rio. Essa abordagem levanta questionamentos cruciais sobre padroniza&#231;&#227;o reol&#243;gica, seguran&#231;a t&#233;cnica e respaldo regulat&#243;rio.</p><p>O presente estudo, desenvolvido por <strong>Meibi Christiane Martins da Silva</strong> como Trabalho de Conclus&#227;o de Curso (TCC) da <a href="https://institutovelasco.com.br/cursos/harmonizacao-facial/especializacao-harmonizacao-orofacial">Especializa&#231;&#227;o em Harmoniza&#231;&#227;o Orofacial do </a><strong><a href="https://institutovelasco.com.br/cursos/harmonizacao-facial/especializacao-harmonizacao-orofacial">Instituto Velasco</a></strong>, prop&#245;e uma an&#225;lise comparativa rigorosa entre o produto industrializado e a manipula&#231;&#227;o artesanal. Atrav&#233;s de uma revis&#227;o bibliogr&#225;fica qualificada, o texto confronta efic&#225;cia, seguran&#231;a, carga bioestimuladora e implica&#231;&#245;es &#233;ticas. O objetivo &#233; oferecer ao profissional uma vis&#227;o fundamentada que auxilie na tomada de decis&#227;o, priorizando a seguran&#231;a do paciente e a previsibilidade, elementos que definem a excel&#234;ncia na Harmoniza&#231;&#227;o Facial contempor&#226;nea.</p><div><hr></div><p>O envelhecimento facial &#233; um processo inevit&#225;vel, progressivo e multifatorial, que envolve altera&#231;&#245;es estruturais nas camadas &#243;ssea, muscular, adiposa e d&#233;rmica. A perda de volume e a flacidez cut&#226;nea s&#227;o alguns dos sinais mais evidentes, frequentemente tratados com procedimentos minimamente invasivos, como o uso de preenchedores d&#233;rmicos. Nesse contexto, destacam-se dois compostos amplamente utilizados: o &#225;cido hialur&#244;nico (AH), conhecido por sua capacidade de promover hidrata&#231;&#227;o e volume imediato, e a hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA), reconhecida por seu efeito bioestimulador na produ&#231;&#227;o de col&#225;geno.</p><p>Com o avan&#231;o da tecnologia e a crescente demanda por procedimentos seguros e com resultados naturais, surgiram produtos h&#237;bridos que combinam esses dois componentes em formula&#231;&#245;es &#250;nicas. Um exemplo &#233; o HarmonyCa&#8482;, um preenchedor regulamentado, que associa AH e CaHA em uma matriz est&#225;vel, visando proporcionar efeito lifting imediato e melhora progressiva da firmeza e espessura d&#233;rmica.<br><br>Paralelamente, alguns profissionais t&#234;m adotado uma pr&#225;tica alternativa: a mistura manual de AH com CaHA, feita manualmente em consult&#243;rio com o intuito de reproduzir os efeitos do produto h&#237;brido. Essa abordagem, no entanto, carece de padroniza&#231;&#227;o, seguran&#231;a comprovada e respaldo legal.</p><p>Diante disso, torna-se relevante investigar e comparar essas duas pr&#225;ticas. Este trabalho tem como objetivo analisar, por meio de revis&#227;o bibliogr&#225;fica, as principais evid&#234;ncias cient&#237;ficas dispon&#237;veis sobre o uso do HarmonyCa&#8482; em contraste com a mistura manual, levando em considera&#231;&#227;o aspectos como efic&#225;cia cl&#237;nica, seguran&#231;a, custo, padroniza&#231;&#227;o t&#233;cnica, respaldo regulat&#243;rio e implica&#231;&#245;es &#233;ticas.</p><h2><strong>2. Revis&#227;o de Literatura</strong></h2><h3><strong>2.1 Preenchedores D&#233;rmicos e o Envelhecimento Facial</strong></h3><p>O envelhecimento facial &#233; um processo multifatorial, progressivo e tridimensional, envolvendo altera&#231;&#245;es nas camadas &#243;ssea, muscular, adiposa e d&#233;rmica. Dentre as estrat&#233;gias para o rejuvenescimento n&#227;o cir&#250;rgico, os preenchedores d&#233;rmicos se destacam por oferecerem resultados imediatos, minimamente invasivos e com tempo de recupera&#231;&#227;o reduzido.</p><p>Os preenchedores mais utilizados na pr&#225;tica cl&#237;nica s&#227;o o &#225;cido hialur&#244;nico (AH) e a hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA). O AH &#233; valorizado por sua capacidade de atrair &#225;gua, restaurar volume e melhorar a hidrata&#231;&#227;o da pele. J&#225; o CaHA atua como bioestimulador d&#233;rmico, promovendo a produ&#231;&#227;o de col&#225;geno e a firmeza tecidual ao longo do tempo.</p><h3><strong>2.2 &#193;cido Hialur&#244;nico: Estrutura, Aplica&#231;&#245;es e Evid&#234;ncias Cient&#237;ficas.</strong></h3><p>O &#225;cido hialur&#244;nico (AH) &#233; um polissacar&#237;deo natural da matriz extracelular, composto por unidades repetitivas de &#225;cido glucur&#244;nico e N-acetilglucosamina. Sua estrutura qu&#237;mica confere alta capacidade de reten&#231;&#227;o h&#237;drica, podendo absorver at&#233; mil vezes seu peso em &#225;gua, o que o torna essencial para a hidrata&#231;&#227;o e elasticidade da pele.</p><p>Do ponto de vista est&#233;tico, os preenchedores &#224; base de AH s&#227;o considerados o padr&#227;o-ouro para procedimentos de volumiza&#231;&#227;o facial, devido &#224; sua biocompatibilidade, biodegradabilidade e &#224; possibilidade de revers&#227;o com o uso de hialuronidase. Essas caracter&#237;sticas tornam o AH um dos materiais mais seguros para preenchimento d&#233;rmico, sendo indicado para a corre&#231;&#227;o de sulcos, contorno facial e hidrata&#231;&#227;o profunda da pele.</p><p>Al&#233;m de seu efeito imediato de volumiza&#231;&#227;o, h&#225; evid&#234;ncias de que o &#225;cido hialur&#244;nico reticulado pode estimular a s&#237;ntese de col&#225;geno em determinadas condi&#231;&#245;es cl&#237;nicas, contribuindo para a melhora da qualidade da pele ao longo do tempo. Estudos como o de Brennan et al. (2022) tamb&#233;m demonstram a efic&#225;cia do AH na eleva&#231;&#227;o e reposi&#231;&#227;o de volume em &#225;reas como malar, mand&#237;bula e sulcos nasogenianos, com excelente aceita&#231;&#227;o por parte dos pacientes.</p><p>Segundo Fakih-Gomez e Kadouch (2022), a utiliza&#231;&#227;o de &#225;cido hialur&#244;nico com alta densidade e propriedades viscoel&#225;sticas bem definidas permite resultados est&#225;veis e esteticamente satisfat&#243;rios em tratamentos minimamente invasivos de rejuvenescimento facial.</p><p>No que se refere &#224; seguran&#231;a, os estudos de Signorini et al. (2016) e De Boulle e Heydenrych (2015) destacam que as complica&#231;&#245;es associadas ao AH s&#227;o raras e, quando ocorrem, geralmente s&#227;o leves e revers&#237;veis, refor&#231;ando o excelente perfil de seguran&#231;a deste biomaterial.</p><p>Dessa forma, o &#225;cido hialur&#244;nico permanece como o principal agente utilizado em preenchimentos faciais, n&#227;o apenas por sua efic&#225;cia est&#233;tica imediata, mas tamb&#233;m pela sua seguran&#231;a, versatilidade e respaldo cient&#237;fico s&#243;lido.</p><p>Sua principal aplica&#231;&#227;o em est&#233;tica facial &#233; a restaura&#231;&#227;o de volume, corre&#231;&#227;o de sulcos e hidrata&#231;&#227;o profunda da pele. Por ser biocompat&#237;vel, biodegrad&#225;vel e revers&#237;vel (com uso de hialuronidase), o AH &#233; considerado um dos materiais mais seguros para preenchimento facial.</p><h3><strong>2.3 Hidroxiapatita de C&#225;lcio: Mecanismo de Bioestimula&#231;&#227;o e Uso em Procedimentos Est&#233;ticos</strong></h3><p>A hidroxiapatita de c&#225;lcio &#233; composta por microesferas sint&#233;ticas de fosfato e c&#225;lcio suspensas em gel carreador (geralmente carboximetilcelulose). Ap&#243;s a inje&#231;&#227;o, o gel &#233; absorvido e as microesferas permanecem no local, induzindo a neocolag&#234;nese &#8211; processo de forma&#231;&#227;o de col&#225;geno novo ao redor das part&#237;culas. Este processo confere ao CaHA propriedades bioestimuladoras de m&#233;dio a longo prazo, tornando-o &#250;til para melhora da flacidez cut&#226;nea, contorno facial e qualidade da pele. A literatura descreve que o CaHA, por meio da estimula&#231;&#227;o de fibroblastos, promove a produ&#231;&#227;o de col&#225;geno e firmeza cut&#226;nea de forma mais prolongada que o &#225;cido hialur&#244;nico isolado (Yag-Howard; Denigris, 2021).</p><p>Por sua composi&#231;&#227;o semelhante &#224; do tecido &#243;sseo humano, apresenta excelente biocompatibilidade e baixo potencial imunog&#234;nico (RHEINWALD; GREEN, 2003).</p><p>Inicialmente empregada em &#225;reas como ortopedia e odontologia, a CaHA foi adaptada para fins est&#233;ticos devido &#224; sua capacidade de promover volume imediato e bioestimula&#231;&#227;o do col&#225;geno a longo prazo (BEASLEY et al., 2009). Estudos cl&#237;nicos demonstram que, al&#233;m do efeito preenchedor, a hidroxiapatita estimula a neocolag&#234;nese, resultando em uma melhora progressiva da qualidade da pele (GOLD, 2007; SADICK, 2011).</p><p>Apesar de seus benef&#237;cios, o uso da hidroxiapatita requer dom&#237;nio t&#233;cnico, especialmente em regi&#245;es de risco vascular, devido &#224; sua viscosidade elevada e potencial para obstru&#231;&#245;es vasculares se administrada de forma inadequada (KOLODZIEJCZAK; KAMINSKI, 2017). Assim, &#233; fundamental que os profissionais estejam bem treinados e sigam protocolos seguros de aplica&#231;&#227;o.</p><p>Em suma, a hidroxiapatita de c&#225;lcio representa uma alternativa vers&#225;til e eficaz para o preenchimento d&#233;rmico, oferecendo vantagens como durabilidade e efeito bioestimulador.</p><h3><strong>2.4 &#8211; HarmonyCa&#8482;: Um Preenchedor H&#237;brido Padronizado</strong></h3><p>O processo de envelhecimento facial envolve mudan&#231;as estruturais em m&#250;ltiplas camadas da face, incluindo a reabsor&#231;&#227;o &#243;ssea, a redistribui&#231;&#227;o dos compartimentos de gordura e a perda da elasticidade cut&#226;nea. Tais transforma&#231;&#245;es resultam em flacidez, perda de volume e altera&#231;&#245;es no contorno facial, motivando o desenvolvimento de novos biomateriais injet&#225;veis capazes de atuar de maneira simult&#226;nea em mais de um desses aspectos (Braz et al., 2024).</p><p>Dentre as tecnologias emergentes, destaca-se o HarmonyCa&#8482;, um preenchedor h&#237;brido composto por &#225;cido hialur&#244;nico (AH) reticulado e microesferas de hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA), associados &#224; lidoca&#237;na a 0,3%. Sua formula&#231;&#227;o pronta para uso re&#250;ne os benef&#237;cios imediatos do AH &#8211; como hidrata&#231;&#227;o, volume e efeito lifting &#8211; com o est&#237;mulo bioestimulador do CaHA, promovendo neocolag&#234;nese e melhora sustentada da qualidade d&#233;rmica (Braz et al., 2024).</p><p>Estudos cl&#237;nicos demonstram que o HarmonyCa&#8482; promove aumento estatisticamente significativo da espessura d&#233;rmica a partir de 90 dias ap&#243;s a aplica&#231;&#227;o, com manuten&#231;&#227;o dos resultados por pelo menos 6 meses (Bravo et al., 2023). A an&#225;lise ultrassonogr&#225;fica revelou aumento progressivo da espessura d&#233;rmica (de 1,47 mm para 1,68 mm em 120 dias), al&#233;m de melhora percept&#237;vel do contorno facial em imagens 3D (Bravo et al., 2023).</p><p>O protocolo de aplica&#231;&#227;o geralmente envolve o uso de c&#226;nula 22G e t&#233;cnica de leque ou rosqueamento linear retr&#243;grado na camada subcut&#226;nea, especialmente nas regi&#245;es malar, mandibular, submalar e pr&#233;-auricular (Braz et al., 2024). A m&#233;dia de volume utilizada por hemiface varia entre 1,25 mL e 2,5 mL, conforme as necessidades individuais de contorno e flacidez (Proietti et al., 2024).</p><p>Estudos multic&#234;ntricos e retrospectivos confirmaram o perfil de seguran&#231;a do produto, com baixo &#237;ndice de eventos adversos, todos leves e autolimitados, como eritema e edema transit&#243;rios (Braz et al., 2024). Al&#233;m disso, os dados sugerem que o HarmonyCa&#8482; &#233; compat&#237;vel com outros procedimentos est&#233;ticos, como toxina botul&#237;nica, laser e outros preenchedores (Proietti et al., 2024).</p><p>Uma caracter&#237;stica distintiva do HarmonyCa&#8482; &#233; seu efeito din&#226;mico: estudos com an&#225;lise fotogr&#225;fica em repouso e movimento (ex.: sorriso e flex&#227;o da cabe&#231;a) mostraram que os efeitos est&#233;ticos s&#227;o mantidos mesmo durante express&#245;es faciais, o que refor&#231;a seu potencial em manter a naturalidade na m&#237;mica (Proietti et al., 2024).</p><p>Dessa forma, o HarmonyCa&#8482; representa uma inova&#231;&#227;o relevante no arsenal terap&#234;utico da harmoniza&#231;&#227;o facial, unindo praticidade, resultados imediatos e melhora progressiva da qualidade da pele, o que contribui para altos &#237;ndices de satisfa&#231;&#227;o dos pacientes e sustentabilidade cl&#237;nica dos efeitos obtidos (Kus &amp; Guduk, 2024).</p><h3><strong>2.5 Mistura manual de AH + CaHA: Pr&#225;tica Off-label</strong></h3><p>A chamada &#8220;mistura manual&#8221; envolve a combina&#231;&#227;o, fora da ind&#250;stria, de um preenchedor de AH com outro de CaHA por meio de seringas conectadas por adaptadores tipo LuerLock. O objetivo &#233; obter os benef&#237;cios do volume imediato com o AH e da bioestimula&#231;&#227;o com o CaHA, em uma &#250;nica aplica&#231;&#227;o.</p><p>Em 2019, Amir Moradi e sua equipe conduziram um estudo sobre t&#233;cnicas de preenchimento mandibular utilizando hidroxiapatita de c&#225;lcio e &#225;cido hialur&#244;nico com alta reticula&#231;&#227;o. Os pesquisadores observaram que a aplica&#231;&#227;o de pequenos volumes por ponto de inje&#231;&#227;o proporcionou resultados com apar&#234;ncia natural e reduziu o risco de efeitos adversos. Al&#233;m disso, conclu&#237;ram que a combina&#231;&#227;o desses dois materiais representa uma abordagem eficaz para a redefini&#231;&#227;o do contorno e &#226;ngulo mandibular.</p><p>No ano seguinte, Chang e colaboradores (2020) investigaram os efeitos de uma formula&#231;&#227;o composta por 1,0 mL de &#225;cido hialur&#244;nico, 0,5 mL de lidoca&#237;na e 1,5 mL de hidroxiapatita de c&#225;lcio em 25 pacientes. Para avalia&#231;&#227;o dos resultados, foram utilizadas tanto uma escala visual anal&#243;gica quanto uma escala de satisfa&#231;&#227;o global de cinco pontos, permitindo an&#225;lises objetivas e subjetivas. Em um subgrupo de participantes, foi realizada uma an&#225;lise histol&#243;gica com a aplica&#231;&#227;o de 0,1 mL da mistura em uma &#225;rea p&#243;s-auricular e 0,1 mL de hidroxiapatita de c&#225;lcio isolada na regi&#227;o oposta. Ap&#243;s seis meses, a an&#225;lise das bi&#243;psias demonstrou aumento nos feixes de col&#225;geno d&#233;rmico sem presen&#231;a de inflama&#231;&#227;o. Os escores m&#233;dios nas avalia&#231;&#245;es das rugas permaneceram acima do n&#237;vel &#8220;regular&#8221; em todos os momentos de acompanhamento, tanto em curto quanto em longo prazo.</p><p>Segundo Yag-Howard e DeNigris (2021), a mistura HA&#8211;CaHA resulta em um composto homog&#234;neo, mold&#225;vel e com alto poder de integra&#231;&#227;o tecidual, adequado para diversas &#225;reas faciais. A combina&#231;&#227;o demonstrou ser segura, sem eventos adversos em mais de 250 aplica&#231;&#245;es cl&#237;nicas. Al&#233;m disso, o AH compensa a perda precoce de volume causada pela r&#225;pida absor&#231;&#227;o do gel carreador do CaHA, enquanto o efeito bioestimulador deste promove neocolag&#234;nese de longo prazo.</p><p>Em outro estudo, Fakih-Gomez e Kadouch (2021) relataram melhora significativa na pontua&#231;&#227;o da Merz Aesthetics Scale&#174; para linha da mand&#237;bula (CR-MASJ), com 100% dos pacientes apresentando melhora &#8805;1 ponto aos 3 meses e 85% mantendo os resultados aos 12 meses. A seguran&#231;a da t&#233;cnica foi refor&#231;ada pela aus&#234;ncia de eventos adversos significativos durante o acompanhamento.</p><p>Embora estudos de caso relatem resultados satisfat&#243;rios e seguran&#231;a aceit&#225;vel, n&#227;o h&#225; padroniza&#231;&#227;o da t&#233;cnica, e a composi&#231;&#227;o final pode variar de acordo com os produtos escolhidos, sua viscosidade e propor&#231;&#227;o de mistura. Isso impacta negativamente a previsibilidade cl&#237;nica e levanta d&#250;vidas sobre estabilidade, efic&#225;cia e seguran&#231;a a longo prazo. Al&#233;m disso, essa pr&#225;tica &#233; considerada off-label, ou seja, fora das indica&#231;&#245;es aprovadas pelos fabricantes e pelas ag&#234;ncias regulat&#243;rias, o que implica riscos &#233;tico-legais para o profissional que a realiza. Pesquisadores relatam que a aus&#234;ncia de padroniza&#231;&#227;o nas misturas manuais de AH com CaHA pode comprometer a estabilidade reol&#243;gica e a seguran&#231;a da formula&#231;&#227;o final (Casabona; Kaye, 2021).</p><p>Em s&#237;ntese, embora estudos cl&#237;nicos e relatos de caso demonstrem resultados satisfat&#243;rios, com alta taxa de seguran&#231;a e durabilidade, a aus&#234;ncia de padroniza&#231;&#227;o e a pr&#225;tica fora das indica&#231;&#245;es aprovadas ainda s&#227;o pontos de aten&#231;&#227;o. S&#227;o necess&#225;rias mais pesquisas controladas para confirmar os benef&#237;cios e estabelecer diretrizes seguras e eficazes para o uso combinado de AH e CaHA.</p><h3><strong>2.6 Compara&#231;&#245;es entre HarmonyCa e a mistura manual</strong></h3><p>A principal diferen&#231;a entre HarmonyCa e a mistura manual est&#225; na padroniza&#231;&#227;o e regulamenta&#231;&#227;o. HarmonyCa oferece formula&#231;&#227;o validada cientificamente, composi&#231;&#227;o controlada, estabilidade reol&#243;gica e seguran&#231;a testada em m&#250;ltiplos estudos cl&#237;nicos. J&#225; a mistura manual, apesar de mostrar bons resultados cl&#237;nicos em s&#233;ries de casos, carece de estudos randomizados e &#233; afetada pela variabilidade da t&#233;cnica, produtos e propor&#231;&#245;es utilizados. O HarmonyCa tamb&#233;m apresenta menor incid&#234;ncia de efeitos adversos quando comparado a outras formula&#231;&#245;es bioestimuladoras (como policaprolactona e &#225;cido poli-L-l&#225;ctico), o que refor&#231;a seu perfil de seguran&#231;a superior.</p><h2><strong>3. Metodologia</strong></h2><h3><strong>3.1 Tipo de Estudo</strong></h3><p>Este trabalho consiste em uma pesquisa qualitativa, descritiva e explorat&#243;ria, com abordagem bibliogr&#225;fica comparativa. A inten&#231;&#227;o &#233; analisar e confrontar dados cl&#237;nicos, t&#233;cnicos e cient&#237;ficos sobre dois m&#233;todos de preenchimento d&#233;rmico: o produto industrializado HarmonyCa&#8482; e a mistura manual de &#193;cido Hialur&#244;nico (AH) com Hidroxiapatita de C&#225;lcio (CaHA).</p><h3><strong>3.2 Objetivo da Metodologia</strong></h3><p>A metodologia foi elaborada para identificar:<br>&#8226; As principais caracter&#237;sticas t&#233;cnicas e cl&#237;nicas de cada abordagem;<br>&#8226; As evid&#234;ncias de efic&#225;cia e seguran&#231;a dispon&#237;veis na literatura cient&#237;fica;<br>&#8226; As diferen&#231;as &#233;ticas, regulat&#243;rias e legais entre os m&#233;todos;<br>&#8226; As implica&#231;&#245;es pr&#225;ticas para os profissionais da sa&#250;de est&#233;tica.</p><h3><strong>3.3 Procedimentos Metodol&#243;gicos</strong></h3><p>A pesquisa foi baseada em levantamento bibliogr&#225;fico de artigos cient&#237;ficos, ensaios cl&#237;nicos, revis&#245;es sistem&#225;ticas, estudos de caso e literatura t&#233;cnica de fabricantes.</p><p>Foram utilizados os seguintes crit&#233;rios:</p><ul><li><p>Bases de dados consultadas: PubMed, Scopus, ScienceDirect, Google Scholar, SciELO, al&#233;m de documentos enviados pela ind&#250;stria (como o dossi&#234; da AbbVie).</p></li><li><p>Palavras-chave utilizadas: &#8220;HArmonyCa&#8221;, &#8220;&#225;cido hialur&#244;nico&#8221;, &#8220;hidroxiapatita de c&#225;lcio&#8221;, &#8220;preenchedores d&#233;rmicos&#8221;, &#8220;mistura manual&#8221;, &#8220;rejuvenescimento facial&#8221;, &#8220;est&#237;mulo de col&#225;geno&#8221;, &#8220;bioestimulador&#8221;, &#8220;off-label filler&#8221;.</p></li><li><p>Idioma: Artigos em portugu&#234;s e ingl&#234;s.</p></li><li><p>Per&#237;odo de publica&#231;&#227;o: De 2015 a 2024, priorizando os mais recentes.</p></li><li><p>Crit&#233;rios de inclus&#227;o: Estudos que abordam uso cl&#237;nico, efic&#225;cia, seguran&#231;a ou compara&#231;&#245;es entre HarmonyCa e mistura manual de AH+CaHA.</p></li><li><p>Crit&#233;rios de exclus&#227;o: Estudos irrelevantes ao tema central, ou com foco em outras subst&#226;ncias ou t&#233;cnicas sem rela&#231;&#227;o com AH e CaHA.</p></li></ul><h3><strong>3.4 Limita&#231;&#245;es do Estudo</strong></h3><p>A principal limita&#231;&#227;o desta pesquisa &#233; a escassez de estudos controlados randomizados comparando diretamente o HarmonyCa com mistura manual. A maior parte dos dados dispon&#237;veis sobre a mistura manual se baseia em relatos de caso e estudos observacionais, o que pode afetar a generaliza&#231;&#227;o dos resultados.</p><h2><strong>4. Discuss&#227;o</strong></h2><h3><strong>4.1 Compara&#231;&#227;o T&#233;cnica e Cl&#237;nica</strong></h3><p>A compara&#231;&#227;o entre o produto industrializado HarmonyCa&#8482; e a mistura manual de &#225;cido hialur&#244;nico (AH) com hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA) evidencia diferen&#231;as significativas em diversos aspectos t&#233;cnicos, cl&#237;nicos e legais. Em termos de registro regulat&#243;rio, o HarmonyCa&#8482; &#233; aprovado por ag&#234;ncias como a ANVISA e a CE, o que garante sua seguran&#231;a e efic&#225;cia. Por outro lado, a mistura manual &#233; uma pr&#225;tica off-label, sem aprova&#231;&#227;o formal, nem padroniza&#231;&#227;o de formula&#231;&#227;o ou t&#233;cnica.</p><p>Quanto &#224; composi&#231;&#227;o, o HarmonyCa&#8482; apresenta uma solu&#231;&#227;o pronta para uso contendo AH reticulado a 20 mg/mL e CaHA em concentra&#231;&#227;o de 55,7%, com distribui&#231;&#227;o homog&#234;nea e controlada. J&#225; a mistura manual &#233; realizada manualmente com propor&#231;&#245;es vari&#225;veis, geralmente utilizando-se 1 mL de AH e 1,5 mL de CaHA, e alguns autores acrescentam a lidoca&#237;na, geralmente numa quantidade de 0,5 ml a 1,5 ml, essa mistura pode comprometer a consist&#234;ncia do produto final.</p><p>Em rela&#231;&#227;o &#224; padroniza&#231;&#227;o reol&#243;gica, o produto industrializado possui estabilidade garantida pelo fabricante, enquanto a mistura manual carece de uniformidade, sendo altamente dependente da t&#233;cnica utilizada e das marcas dos insumos. O mecanismo de a&#231;&#227;o de ambos &#233; similar em teoria &#8212;promovendo efeito imediato pelo AH e est&#237;mulo colag&#234;nico pela CaHA &#8212;, por&#233;m a efic&#225;cia e estabilidade da mistura manual s&#227;o inconsistentes.</p><p>Os estudos cl&#237;nicos refor&#231;am ainda mais a superioridade do HarmonyCa&#8482;, que foi avaliado em pesquisas prospectivas, retrospectivas e multic&#234;ntricas, totalizando mais de 400 pacientes. Em contraste, a mistura manual conta apenas com relatos de caso e s&#233;ries cl&#237;nicas pequenas, sem estudos controlados. Quanto &#224; seguran&#231;a, o HarmonyCa&#8482; apresenta baix&#237;ssima taxa de eventos adversos leves, sem complica&#231;&#245;es graves. A mistura manual &#233; considerada bem tolerada, mas n&#227;o h&#225; dados consistentes de longo prazo ou com amostragens amplas.</p><p>A durabilidade do HarmonyCa&#8482; &#233; estimada em at&#233; 12 meses, com efeito cumulativo decorrente da bioestimula&#231;&#227;o. Na mistura manual, o volume tende a se manter por cerca de 9 meses, com atua&#231;&#227;o limitada at&#233; o in&#237;cio da a&#231;&#227;o bioestimuladora do CaHA. No aspecto pr&#225;tico, o produto industrializado permite t&#233;cnica padronizada com c&#226;nulas e volumes definidos por &#225;rea, enquanto a mistura depende da experi&#234;ncia e julgamento t&#233;cnico do profissional aplicador.</p><p>Por fim, os aspectos legais e &#233;ticos destacam-se como ponto cr&#237;tico. O HarmonyCa&#8482; conta com respaldo formal do fabricante e uso regulamentado. J&#225; a mistura manual &#233; de responsabilidade exclusiva do profissional, podendo configurar infra&#231;&#227;o &#233;tica ou sanit&#225;ria diante da aus&#234;ncia de registro e padroniza&#231;&#227;o normativa.</p><h3><strong>4.2 Discuss&#227;o Cr&#237;tica</strong></h3><p>A an&#225;lise dos artigos mostra que o HarmonyCa&#8482; se destaca por ser um produto industrialmente padronizado, seguro e eficaz, com efeitos cl&#237;nicos bem documentados em m&#250;ltiplos estudos. O produto associa a a&#231;&#227;o volumizadora imediata do AH &#224; estimula&#231;&#227;o progressiva de col&#225;geno promovida pelo CaHA, com resultados percept&#237;veis tanto no ter&#231;o m&#233;dio quanto inferior da face, incluindo melhora significativa na flacidez de papada e pesco&#231;o.<br><br>Em contrapartida, a mistura manual de AH com CaHA, apesar de proporcionar bons resultados est&#233;ticos imediatos e satisfa&#231;&#227;o do paciente, carece de respaldo t&#233;cnico normativo. A aus&#234;ncia de padroniza&#231;&#227;o compromete a previsibilidade cl&#237;nica, e h&#225; risco de altera&#231;&#245;es reol&#243;gicas indesejadas, conforme sugerido por an&#225;lises com ultrassonografia em bolus e dispers&#227;o, segundo mostra os estudos de Casabona e Kaye (2021).<br><br>Outro ponto cr&#237;tico &#233; a seguran&#231;a. Enquanto o HarmonyCa apresenta baixa incid&#234;ncia de efeitos adversos em estudos com centenas de pacientes, a mistura manual, embora aparentemente segura em estudos menores, n&#227;o conta com valida&#231;&#227;o em larga escala, o que representa um risco para o paciente e o profissional.<br><br>Do ponto de vista legal e &#233;tico, o uso de produtos fora de suas especifica&#231;&#245;es registradas &#8212; como ocorre com a mistura manual &#8212; pode caracterizar infra&#231;&#227;o sanit&#225;ria ou exerc&#237;cio irregular da pr&#225;tica m&#233;dica, especialmente se houver complica&#231;&#245;es. Segundo Bravo et al. (2023), a aplica&#231;&#227;o de HarmonyCa&#8482; mostrou aumento significativo de volume e melhora est&#233;tica mesmo ap&#243;s seis meses, com alta taxa de satisfa&#231;&#227;o entre os pacientes tratados. Chang et al. (2020) demonstraram, em estudo com 25 pacientes, que a combina&#231;&#227;o de 1 mL de AH e 1,5 mL de CaHA promoveu boa estabilidade e satisfa&#231;&#227;o cl&#237;nica, embora sem controle rigoroso de vari&#225;veis como propor&#231;&#227;o e profundidade de aplica&#231;&#227;o. Como destacam Casabona e Kaye (2022), a modifica&#231;&#227;o de dispositivos m&#233;dicos, como a mistura de preenchedores injet&#225;veis, pode implicar a necessidade de nova aprova&#231;&#227;o regulat&#243;ria, especialmente em mercados como o europeu.</p><h3><strong>4.3 Perspectiva Profissional</strong></h3><p>A an&#225;lise demonstra que o uso do HarmonyCa oferece maior respaldo t&#233;cnico e jur&#237;dico, sendo mais indicado para pr&#225;ticas cl&#237;nicas seguras e baseadas em evid&#234;ncias. A mistura manual, embora vi&#225;vel em m&#227;os experientes, deve ser evitada na aus&#234;ncia de evid&#234;ncia robusta e respaldo normativo.</p><h3><strong>4.4 An&#225;lise Comparativa de Custo</strong></h3><p>Com base nos pre&#231;os m&#233;dios atualizados dos insumos, realizou-se uma an&#225;lise comparativa do custo por aplica&#231;&#227;o entre o produto HarmonyCa&#8482; e a mistura manual composta por &#225;cido hialur&#244;nico (AH) e hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA).</p><p>Considerou-se:</p><ul><li><p> Pre&#231;o do &#225;cido hialur&#244;nico (Belotero&#174; Volume, Merz Pharmaceutical Sui&#231;a, 1 mL) - A escolha do AH citado, foi pelo fato de o encontrarmos sendo usado pelos autores, nos principais trabalhos pesquisados sobre a mistura.</p></li><li><p> Pre&#231;o da hidroxiapatita de c&#225;lcio ( Radiesse&#174; Duo; Merz Pharmaceuticals USA, 1,5 ml) - A escolha do Radiesse<sup>&#174;</sup>, foi pelo fato de o encontrarmos sendo usado pelos autores nos principais trabalhos pesquisados sobre a mistura.</p></li></ul><ul><li><p>Materiais adicionais para a mistura manual: Pre&#231;o m&#233;dio do mercado, j&#225; que os autores n&#227;o especificavam marcas + 2 seringas de 3ml tipo luer-lock + 1 conector tipo luer-lock (3 vias, mais facilmente encontrado no mercado interno) + 1,5 ml de &#225;cido clor&#237;drico de lidoca&#237;na 2% sem vasoconstrictor (o uso da lidoca&#237;na n&#227;o segue nenhum protocolo de quantidade nos artigos, at&#233; mesmo h&#225; autores que n&#227;o relatam o uso)</p></li></ul><ul><li><p>Pre&#231;o do HarmonyCa&#8482; (Panaxia Ltd Israel 2,5 mL, com dois frascos de 1,25 ml)</p></li></ul><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2 is-viewable-img" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!rSfu!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F4f66142e-480f-4520-8cdd-8fcdf626cc06_814x526.png" 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class="pencraft pc-display-flex pc-gap-8 pc-reset"><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container restack-image"><svg role="img" width="20" height="20" viewBox="0 0 20 20" fill="none" stroke-width="1.5" stroke="var(--color-fg-primary)" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><g><title></title><path d="M2.53001 7.81595C3.49179 4.73911 6.43281 2.5 9.91173 2.5C13.1684 2.5 15.9537 4.46214 17.0852 7.23684L17.6179 8.67647M17.6179 8.67647L18.5002 4.26471M17.6179 8.67647L13.6473 6.91176M17.4995 12.1841C16.5378 15.2609 13.5967 17.5 10.1178 17.5C6.86118 17.5 4.07589 15.5379 2.94432 12.7632L2.41165 11.3235M2.41165 11.3235L1.5293 15.7353M2.41165 11.3235L6.38224 13.0882"></path></g></svg></button><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container view-image"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="20" height="20" viewBox="0 0 24 24" fill="none" stroke="currentColor" stroke-width="2" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" class="lucide lucide-maximize2 lucide-maximize-2"><polyline points="15 3 21 3 21 9"></polyline><polyline points="9 21 3 21 3 15"></polyline><line x1="21" x2="14" y1="3" y2="10"></line><line x1="3" x2="10" y1="21" y2="14"></line></svg></button></div></div></div></a><figcaption class="image-caption">Imagens extraidas do trabalho de Chang et al</figcaption></figure></div><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2 is-viewable-img" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!bv8_!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F1ce0ab79-756b-46ba-98b9-cdb6e3f1e48c_662x531.jpeg" data-component-name="Image2ToDOM"><div class="image2-inset"><picture><source type="image/webp" 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SERINGAS 1,25ml - JUVEDERM" title="HARMONYCA COM LIDOCA&#205;NA - 2 SERINGAS 1,25ml - JUVEDERM" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!bv8_!,w_424,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F1ce0ab79-756b-46ba-98b9-cdb6e3f1e48c_662x531.jpeg 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!bv8_!,w_848,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F1ce0ab79-756b-46ba-98b9-cdb6e3f1e48c_662x531.jpeg 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!bv8_!,w_1272,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F1ce0ab79-756b-46ba-98b9-cdb6e3f1e48c_662x531.jpeg 1272w, 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class="image-caption"><strong>Tabela Comparativa de Custo por Aplica&#231;&#227;o (em porcentagem)</strong></figcaption></figure></div><p>Embora a mistura manual aparente ser mais econ&#244;mica, essa diferen&#231;a de custo n&#227;o considera fatores como a aus&#234;ncia de padroniza&#231;&#227;o, riscos t&#233;cnicos e maior responsabilidade legal. O HarmonyCa&#8482;, apesar do custo ligeiramente superior, oferece formula&#231;&#227;o est&#225;vel, seguran&#231;a comprovada e aprova&#231;&#227;o regulat&#243;ria.</p><h3><strong>4.5 Compara&#231;&#227;o de Carga Bioestimuladora (CaHA)</strong></h3><p>Um fator t&#233;cnico relevante na compara&#231;&#227;o entre o produto HarmonyCa&#8482; e a mistura manual &#233; a quantidade de hidroxiapatita de c&#225;lcio (CaHA) presente em cada prepara&#231;&#227;o. O HarmonyCa&#8482; possui uma concentra&#231;&#227;o de 55,7% de CaHA em um volume total de 2,5 mL, o que equivale a aproximadamente 1,39 g de CaHA. Por outro lado, a mistura manual geralmente utiliza 1,5 mL de Radiesse, cuja concentra&#231;&#227;o de CaHA &#233; de 30%, o que representa cerca de 0,45 g de CaHA.<br><br>Portanto, o HarmonyCa&#8482; cont&#233;m aproximadamente o triplo de CaHA em compara&#231;&#227;o com a mistura manual, o que pode resultar em maior efeito bioestimulador e durabilidade cl&#237;nica. Al&#233;m disso, o produto industrializado mant&#233;m estabilidade e distribui&#231;&#227;o homog&#234;nea das part&#237;culas, o que n&#227;o &#233; garantido na mistura manual.</p><h2><strong>5. Conclus&#227;o</strong></h2><p>O presente trabalho teve como objetivo comparar o uso do preenchedor h&#237;brido industrializado HarmonyCa&#8482; com a pr&#225;tica da mistura manual de &#193;cido Hialur&#244;nico (AH) e Hidroxiapatita de C&#225;lcio (CaHA), avaliando aspectos como efic&#225;cia cl&#237;nica, seguran&#231;a, custo, padroniza&#231;&#227;o e implica&#231;&#245;es legais.</p><p>Com base na literatura cient&#237;fica analisada, conclui-se que o HarmonyCa&#8482; representa uma alternativa mais segura, eficaz e regulamentada, oferecendo efeitos imediatos e duradouros por meio da a&#231;&#227;o sin&#233;rgica entre o AH e o CaHA. O produto apresenta padroniza&#231;&#227;o de sua composi&#231;&#227;o, estabilidade reol&#243;gica comprovada, estudos cl&#237;nicos com grandes amostras e baix&#237;ssimo &#237;ndice de eventos adversos. Al&#233;m disso, seu uso segue as normas das ag&#234;ncias regulat&#243;rias, o que proporciona maior respaldo &#233;tico e legal ao profissional.</p><p>J&#225; a mistura manual, embora clinicamente eficaz e bem tolerada , carece de padroniza&#231;&#227;o, valida&#231;&#227;o cient&#237;fica robusta e aprova&#231;&#227;o regulat&#243;ria. Essa aus&#234;ncia de controle t&#233;cnico e legal representa um risco potencial tanto para o paciente quanto para o profissional que realiza o procedimento. A t&#233;cnica depende fortemente da habilidade do aplicador, sendo, portanto, menos previs&#237;vel e mais sujeita a varia&#231;&#245;es de resultado e seguran&#231;a.</p><p>Diante disso, recomenda-se o uso de produtos industrializados como o HarmonyCa&#8482;, especialmente quando se busca seguran&#231;a, efic&#225;cia comprovada e respaldo t&#233;cnico-cient&#237;fico. A mistura manual deve ser evitada at&#233; que haja evid&#234;ncias cl&#237;nicas e normativas suficientes que garantam sua reprodutibilidade e seguran&#231;a. Al&#233;m disso, a an&#225;lise econ&#244;mica e t&#233;cnica mostra que, embora a mistura manual apresente menor custo imediato por aplica&#231;&#227;o, essa diferen&#231;a n&#227;o compensa os riscos t&#233;cnicos, &#233;ticos e a aus&#234;ncia de padroniza&#231;&#227;o. Outro fator determinante &#233; a carga bioestimuladora: o HarmonyCa&#8482; apresenta aproximadamente 1,39 g de CaHA em sua formula&#231;&#227;o, enquanto a mistura manual cont&#233;m cerca de 0,45 g &#8212; o que representa quase o triplo de carga ativa no produto industrializado. Essa superioridade em concentra&#231;&#227;o de CaHA contribui significativamente para um efeito bioestimulador mais duradouro e eficaz.</p><h3><strong>5.1 Limita&#231;&#245;es do Estudo</strong></h3><p>Este estudo foi de natureza bibliogr&#225;fica, portanto n&#227;o envolveu pesquisa cl&#237;nica direta. A escassez de estudos comparativos controlados entre HarmonyCa e misturas manual limita a generaliza&#231;&#227;o dos resultados. Al&#233;m disso, os dados sobre a mistura manual se concentram em relatos de caso e s&#233;ries cl&#237;nicas com amostras reduzidas.</p><h3><strong>5.2 Sugest&#245;es para Trabalhos Futuros</strong></h3><p>&#8226; Realiza&#231;&#227;o de ensaios cl&#237;nicos comparativos entre HarmonyCa e misturas manuais padronizadas;<br>&#8226; Estudos que avaliem a reologia, estabilidade e bioestimula&#231;&#227;o das misturas artesanais;<br>&#8226; Investiga&#231;&#245;es sobre a percep&#231;&#227;o &#233;tica e legal de profissionais da &#225;rea est&#233;tica quanto ao uso de</p><p>t&#233;cnicas off-label;<br>&#8226; Desenvolvimento de novos produtos h&#237;bridos com composi&#231;&#227;o flex&#237;vel, permitindo adapta&#231;&#245;es seguras &#224;s necessidades individuais dos pacientes.</p><h2><strong>Refer&#234;ncias</strong></h2><ol><li><p>ABBVIE. Dossi&#234; cl&#237;nico interno. S&#227;o Paulo: AbbVie Farmac&#234;utica Ltda., 2023.</p></li><li><p>BEASLEY, C. et al. Aplica&#231;&#245;es cl&#237;nicas da hidroxiapatita de c&#225;lcio na est&#233;tica facial. *Aesthetic Plastic Surgery*, 2009.</p></li><li><p>BRAZ, A. et al. Uma an&#225;lise retrospectiva da seguran&#231;a em participantes tratados com um preenchimento h&#237;brido. *Plastic and Reconstructive Surgery Global Open*, 2024.</p></li><li><p>BRAVO, B. S. F. et al. Aumento da espessura d&#233;rmica e melhoria est&#233;tica com produto h&#237;brido combinando &#225;cido hialur&#244;nico e hidroxiapatita de c&#225;lcio. *Plastic and Reconstructive Surgery Global Open*, 2023.</p></li><li><p>CASABONA, G.; KAYE, K. Discuss&#227;o cr&#237;tica sobre a mistura de preenchimentos. *Aesthetic Plastic Surgery*, 2021.</p></li><li><p>CHANG, J. W. et al. Rejuvenescimento facial usando uma mistura de AH e CaHA. *Journal of Craniofacial Surgery*, 2020.</p></li><li><p>GOLD, M. H. Calcium hydroxylapatite: a new dermal filler. *Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology*, v. 1, n. 4, p. 22&#8211;25, 2008.</p></li><li><p>KOLODZIEJCZAK, K.; KAMINSKI, M. Complica&#231;&#245;es vasculares em preenchimentos d&#233;rmicos: revis&#227;o e abordagem terap&#234;utica. *Journal of Cosmetic Dermatology*, 2017.</p></li><li><p>KUS, S.; GUDUK, S. S. Uso combinado de HarmonyCa e preenchimentos de AH. *Plastic and Reconstructive Surgery Global Open*, 2024.</p></li><li><p>MORADI, A.; SHIRAZI, A.; DAVID, R. Nonsurgical Chin and Jawline Augmentation Using Calcium Hydroxylapatite and Hyaluronic Acid Fillers. Facial Plast Surg, v. 35, n. 02, p. 140-148, 2019.</p></li><li><p>PROIETTI, G. et al. Experi&#234;ncia cl&#237;nica com HarmonyCa em pacientes com cicatrizes e ros&#225;cea. *Aesthetic Dermatology Journal*, 2024.</p></li><li><p>RHEINWALD, J. G.; GREEN, H. Formation of a keratinizing epithelium in culture by a clone of human epidermal keratinocytes. *Cell*, v. 6, n. 3, p. 317&#8211;330, 1975.</p></li><li><p>URDIALES-G&#193;LVEZ, F. et al. Avalia&#231;&#227;o de efeito lifting e espessura d&#233;rmica com HarmonyCa. *Journal of Cosmetic Dermatology*, 2023.</p></li><li><p>YAG-HOWARD, C.; DENIGRIS, T. T&#233;cnica de mistura com AH + CaHA. *Journal of Cosmetic Dermatology*, 2021.</p></li></ol><div class="file-embed-wrapper" data-component-name="FileToDOM"><div class="file-embed-container-reader"><div class="file-embed-container-top"><image class="file-embed-thumbnail-default" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!0Cy0!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack.com%2Fimg%2Fattachment_icon.svg"></image><div class="file-embed-details"><div class="file-embed-details-h1">Tcc Especializac&#807;a&#771;o Hof Meibi</div><div class="file-embed-details-h2">2.23MB &#8729; PDF file</div></div><a class="file-embed-button wide" href="https://play.institutovelasco.com.br/api/v1/file/37805406-5697-4309-8e1a-69e57d21e321.pdf"><span class="file-embed-button-text">Download</span></a></div><a class="file-embed-button narrow" href="https://play.institutovelasco.com.br/api/v1/file/37805406-5697-4309-8e1a-69e57d21e321.pdf"><span class="file-embed-button-text">Download</span></a></div></div><p> </p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Médicos estão proibidos de utilizar exossomos autólogos]]></title><description><![CDATA[Quais profiss&#245;es est&#227;o regulamentadas para o uso dos Concentrados Sangu&#237;neos Aut&#243;logos? Venopun&#231;&#227;o e Concentrados Sangu&#237;neos e Exossomos Aut&#243;logos sob a &#211;tica das Resolu&#231;&#245;es Federais]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/medicos-estao-proibidos-de-utilizar-exossomos-prp-prf</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/medicos-estao-proibidos-de-utilizar-exossomos-prp-prf</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:36:28 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/24cf7cf7-4146-4e76-80e1-d72313c1e39f_1672x941.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>O campo da sa&#250;de e da est&#233;tica regenerativa vive um crescimento exponencial e procedimentos utilizando o Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e a Fibrina Rica em Plaquetas (PRF) e mais atualmente com os Exossomos Aut&#243;logos de origem plaquet&#225;ria, que consolidaram-se como terap&#234;uticas altamente eficazes para acelerar a cicatriza&#231;&#227;o de tecidos, estimular o col&#225;geno e fun&#231;&#245;es celulares e tratar disfun&#231;&#245;es est&#233;ticas e musculoesquel&#233;ticas.</p><p>Mas, como sempre, seja por omiss&#227;o seja por pressa, ou at&#233; mesmo oportunismo, estamos em um cen&#225;rio de intensa disputa regulat&#243;ria. Afinal, quais profissionais est&#227;o legalmente autorizados a realizar a venopun&#231;&#227;o (coleta de sangue), o processamento laboratorial e a aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica desses materiais aut&#243;logos?</p><p><strong>M&#233;dicos, por exemplo, n&#227;o poderiam usar NENHUMA destas t&#233;cnicas com vi&#233;s comercial (ou seja, cobrando pelo tratamento)&#8230; </strong></p><p>Pra entender melhor, preparamos um artigo com todo o arcabou&#231;o normativo de cada conselho federal de classe, seguido por uma an&#225;lise sobre os desvios &#233;ticos (fui elegante agora, heim?) frente &#224;s restri&#231;&#245;es do Conselho Federal de Medicina (CFM). Bora?</p><h2>Medicina e o Drible da Vaca</h2><p>Veja bem, querido leitor: de modo algum entenda o que escrevo a seguir como sendo uma birra contra colegas m&#233;dicos. Pelo contr&#225;rio, acho sinceramente que &#225;reas da sa&#250;de s&#227;o e sempre ser&#227;o sin&#233;rgicas e que obviamente existem &#225;reas de converg&#234;ncia (que muitos encaram como concorr&#234;ncia) entre todas os campos da sa&#250;de.</p><p>Mas n&#227;o deixo de notar que milhares de postagens sobre os tratamentos com Exossomos aut&#243;logos feitos por m&#233;dicos omitem (intencionalmente) que eles n&#227;o tem regulamenta&#231;&#227;o para utilizar agregados plaquet&#225;rios em seus pacientes. E com isso, exossomos aut&#243;logos derivados de plaquetas tamb&#233;m n&#227;o possuem regulamenta&#231;&#227;o ou autoriza&#231;&#227;o de uso pelos m&#233;dicos&#8230;</p><p>Isso porque o <strong>Conselho Federal de Medicina (CFM)</strong> adota uma postura conservadora e restritiva: </p><div class="pullquote"><p>Sob a <strong><a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2015/2128">Resolu&#231;&#227;o CFM n&#186; 2.128/2015</a></strong>, a pr&#225;tica do uso de Plasma Rico em Plaquetas (PRP) na Medicina permanece classificada como uma <strong><mark data-color="#ffd966" style="background-color: rgb(255, 217, 102); color: rgb(0, 0, 0);">terapia experimental</mark></strong><mark data-color="#ffd966" style="background-color: rgb(255, 217, 102); color: rgb(0, 0, 0);">.</mark> Os m&#233;dicos est&#227;o <mark data-color="#ffd966" style="background-color: rgb(255, 217, 102); color: rgb(0, 0, 0);">proibidos</mark> de oferecer ou cobrar pelo PRP em sua rotina comercial de consult&#243;rio. Sua aplica&#231;&#227;o &#233; restrita a protocolos de pesquisa cient&#237;fica avaliados pelo sistema CEP/CONEP.</p></div><p>Um resumo &#233;: se algum m&#233;dico te propor tratamentos derivados de plaquetas, ele deve fazer isso dentro de um protocolo de pesquisa aprovado pelo Comit&#234; de &#201;tica e Pesquisa, e mais: <strong><mark data-color="#f1c232" style="background-color: rgb(241, 194, 50); color: rgb(0, 0, 0);">O PACIENTE N&#195;O PODE PAGAR POR UM TRATAMENTO FEITO DENTRO DE UM PROTOCOLO DE PESQUISA.</mark></strong></p><p>Ou seja, tem que se de <strong>gra&#231;a</strong>, e o paciente estar <strong>dentro de uma pesquisa </strong>e deve <strong>assinar um Termo de Consentimento</strong> Livre e Informado sobre todos os detalhes do tratamento oferecido.</p><p>Essa proibi&#231;&#227;o criou um paradoxo comercial: m&#233;dicos dermatologistas, tricologistas e ortopedistas assistem a profissionais de outras categorias aplicarem o PRP e o PRF legalmente em seus consult&#243;rios cotidianos, enquanto sua pr&#243;pria classe &#233; eticamente impedida de fazer o mesmo. </p><p>Ai pergunto: &#233; assim mesmo? M&#233;dico n&#227;o faz e indica aos &#8221;n&#227;o-m&#233;dicos&#8221; (esta casta de profissionais com menor import&#226;ncia) para que realizem os tratamentos? </p><p>Nem em sonho... Na pr&#225;tica, m&#233;dicos &#8220;vendem&#8221; estes tratamentos regularmente&#8230;</p><h3>Exossomos Aut&#243;logos s&#227;o regenerativos, mas PRP &#233; experimental?</h3><p>Em mais uma tentativa de se contornar a restri&#231;&#227;o do CFM sem sofrer san&#231;&#245;es disciplinares, uma parte significativa da comunidade m&#233;dica passou a adotar uma pr&#225;tica question&#225;vel, lidando como se <strong>o mercado de &#8220;exossomos aut&#243;logos plaquet&#225;rios&#8221; fosse uma como &#8220;alternativa diferente&#8221; ao PRP.</strong></p><p><strong>Hipocrisia pura. </strong>Explico por itens:</p><h4>1. A Fal&#225;cia da Diferencia&#231;&#227;o Fisiol&#243;gica</h4><p>Os exossomos aut&#243;logos de origem plaquet&#225;ria s&#227;o ves&#237;culas extracelulares obtidas a partir de uma amostra de sangue do pr&#243;prio paciente. Para prepar&#225;-los, o m&#233;dico realiza a venopun&#231;&#227;o, colhe o sangue, realiza a centrifuga&#231;&#227;o convencional para obter o PRP e, em seguida, passa esse PRP por um dispositivo de filtragem para isolar as ves&#237;culas menores (os exossomos).</p><p>O desvio &#233;tico reside no fato de que <strong>os exossomos plaquet&#225;rios s&#227;o, intrinsecamente, um componente do PRP</strong>. </p><p>Eles constituem o pr&#243;prio mecanismo de sinaliza&#231;&#227;o celular das plaquetas contidas no plasma. Alegar que a inje&#231;&#227;o dessas ves&#237;culas isoladas &#8220;n&#227;o &#233; PRP&#8221; para escapar da Resolu&#231;&#227;o CFM n&#186; 2.128/2015 configura uma <strong>dissimula&#231;&#227;o sem&#226;ntica escondido em  tecnicidade que o paciente comum n&#227;o entende.</strong></p><p>Se o CFM classifica a manipula&#231;&#227;o cl&#237;nica de hemocomponentes aut&#243;logos n&#227;o transfusionais (PRP) como experimental (o que pra mim &#233; absolutamente errado, mas n&#227;o importa o que eu acho&#8230;), a inje&#231;&#227;o de uma fra&#231;&#227;o ainda mais concentrada e menos estudada a longo prazo desse mesmo PRP deveria, por coer&#234;ncia cient&#237;fica, receber o mesmo tratamento. </p><p>Veja bem, at&#233; um dos equipamentos vendidos no mercado para a filtragem celular e concentra&#231;&#227;o dos exossomos aut&#243;logos, o Exocube, tr&#225;s claramente em sua bula para que serve o dispositivo, em seu primeiro par&#225;grafo:</p><blockquote><p><em><strong>O <a href="https://consultas.anvisa.gov.br/api/consulta/produtos/25351005593202516/anexo/T28544121/nomeArquivo/ExoCube_Ifu.pdf">ExoCube</a> foi projetado para a prepara&#231;&#227;o segura e r&#225;pida de plasma rico em plaquetas (PRP) aut&#243;logo</strong> a partir de uma pequena amostra de sangue, sem a adi&#231;&#227;o de anticoagulantes, no local de atendimento ao paciente</em></p></blockquote><p>Ou seja, ainda que o dispositivo esteja devidamente regularizado na ANVISA, nem os fabricantes sugerem que exossomo aut&#243;logo n&#227;o &#233; um concentrado sangu&#237;neo. Deste modo, portanto, oferecer essa terapia de forma comercial, cobrando valores elevados sob o r&#243;tulo de &#8220;tecnologia acelular inovadora&#8221;, &#233; querer dar um chap&#233;u na norma do CFM.</p><h4>2. Enfim, a hipocrisia&#8230;</h4><p>Historicamente, as entidades m&#233;dicas combatem a atua&#231;&#227;o de outros profissionais de sa&#250;de na est&#233;tica sob o argumento de &#8220;proteger a integridade e a seguran&#231;a do paciente&#8221;. </p><p>Isso &#233; mostrado dia sim e dia tamb&#233;m em jornais, TV e afins. Muitos m&#233;dicos, inclusive, destilam seus venenos em dezenas, ou centenas, de postagens em Instagram e afins todo santo dia.</p><p>No entanto, ao contornarem as restri&#231;&#245;es de seu pr&#243;prio conselho utilizando &#8220;exossomos&#8221; de forma injet&#225;vel (as fra&#231;&#245;es de PRP experimental), esses profissionais revelam que a <strong>pressa comercial em n&#227;o perder espa&#231;o de mercado por vezes supera o respeito regulat&#243;rio que cobram publicamente de outras categorias.</strong></p><blockquote><p>Mas Rog&#233;rio, voc&#234; n&#227;o acha essa regulamenta&#231;&#227;o do CFM atrasada??</p></blockquote><p>Sim, muuuuuuito ultrapassada, tem mais de dez anos, e muito se estudou desde ent&#227;o sobre estas terapeuticas. Mas a regra &#233; clara Galv&#227;o: <strong>Se m&#233;dico n&#227;o pode, m&#233;dico n&#227;o pode.</strong></p><p>Dito isso, e as demais categorias, como se encaixam nessa regulamenta&#231;&#227;o?</p><h2>Odontologia: pioneirismo</h2><p>A Odontologia brasileira atua com certo protagonismo na regulamenta&#231;&#227;o dos agregados plaquet&#225;rios. A literatura cient&#237;fica se desenvolveu muito gra&#231;as a utiliza&#231;&#227;o dos concentrados sangu&#237;neos em reconstru&#231;&#245;es &#243;sseas e implantodontia.</p><p>A evolu&#231;&#227;o das normas do Conselho Federal de Odontologia (CFO) demonstra como a categoria pavimentou sua seguran&#231;a jur&#237;dica:</p><ul><li><p><strong>A Evolu&#231;&#227;o Hist&#243;rica (O erro da CFO-SEC-153):</strong> Em janeiro de 2015, o conselho publicou a <em>Resolu&#231;&#227;o CFO-SEC-153/2015</em>, que tentava regulamentar o PRP, mas impunha restri&#231;&#245;es severas &#224; coleta direta de sangue pelo cirurgi&#227;o-dentista, vinculando a pr&#225;tica excessivamente &#224;s regras de bancos de sangue e hemoterapia. Percebendo o bloqueio t&#233;cnico que isso causava aos consult&#243;rios, sem nenhuma justificativa de tamanha burocracia, o CFO agiu r&#225;pido e <strong>revogou</strong> essa norma no mesmo ano, dando lugar a&#8230;</p></li><li><p><strong>A Resolu&#231;&#227;o Consagrada:</strong> Em junho de 2015, foi publicada a <strong><a href="https://sistemas.cfo.org.br/visualizar/atos/RESOLU%C3%87%C3%83O/SEC/2015/158">Resolu&#231;&#227;o CFO-158/2015</a></strong>, que se tornou o <strong><mark data-color="#ffd966" style="background-color: rgb(255, 217, 102); color: rgb(0, 0, 0);">primeiro marco regulat&#243;rio</mark></strong> deste campo no Brasil (ainda que a utiliza&#231;&#227;o em odontologia venha desde o final dos anos 90) . O Artigo 1&#186;, &#167; 1&#186;, autoriza expressamente o cirurgi&#227;o-dentista devidamente habilitado a realizar a venopun&#231;&#227;o para a obten&#231;&#227;o de agregados plaquet&#225;rios aut&#243;logos para uso exclusivo odontol&#243;gico.</p></li><li><p><strong>Sistema Fechado e Biosseguran&#231;a:</strong> O &#167; 3&#186; estabelece que o processamento do PRP em sistema fechado (coleta a v&#225;cuo) e a manipula&#231;&#227;o do PRP/PRF podem ser realizados no pr&#243;prio consult&#243;rio odontol&#243;gico ou em centro cir&#250;rgico, desde que obedecidas as normas de biosseguran&#231;a vigentes (RDC ANVISA n&#186; 63/2011).</p></li><li><p><strong>Harmoniza&#231;&#227;o Orofacial (HOF):</strong> Essa autonomia foi refor&#231;ada pela <strong>Resolu&#231;&#227;o CFO-198/2019</strong>, que reconheceu a HOF como especialidade e listou o uso de &#8220;agregados leucoplaquet&#225;rios aut&#243;logos&#8221; no escopo de atua&#231;&#227;o do especialista. Posteriormente, a <strong>Resolu&#231;&#227;o CFO-230/2020</strong> detalhou os limites da especialidade, preservando o direito ao uso dos agregados na regi&#227;o de cabe&#231;a e pesco&#231;o.</p></li></ul><h2>Biomedicina: Rigor T&#233;cnico</h2><p>Os biom&#233;dicos possuem uma das legisla&#231;&#245;es mais detalhadas quanto &#224; divis&#227;o de tarefas dentro do processo de obten&#231;&#227;o de hemocomponentes aut&#243;logos.</p><ul><li><p><strong>A Transi&#231;&#227;o para a Normatiza&#231;&#227;o Espec&#237;fica:</strong> Antes de 2026, a atua&#231;&#227;o do biom&#233;dico esteta com PRP/PRF ocorria em uma zona cinzenta, amparada pelas resolu&#231;&#245;es gerais de procedimentos invasivos est&#233;ticos (Resolu&#231;&#245;es CFBM n&#186; 197/2011 e 200/2011). A necessidade de crit&#233;rios r&#237;gidos de biosseguran&#231;a levou &#224; edi&#231;&#227;o de uma norma espec&#237;fica.</p></li><li><p><strong>A <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-423-de-9-de-abril-de-2026-698662520">Resolu&#231;&#227;o CFBM n&#186; 423/2026</a>:</strong> Esta resolu&#231;&#227;o regulamentou de forma definitiva a coleta, o processamento, a manipula&#231;&#227;o e a aplica&#231;&#227;o dos agregados plaquet&#225;rios aut&#243;logos (PRP, PRF, iPRF e fra&#231;&#245;es).</p></li><li><p><strong>Divis&#227;o de Compet&#234;ncias (Artigos 3&#186; e 4&#186;):</strong></p><ul><li><p><strong>Coleta (Venopun&#231;&#227;o) e Processamento (Art. 3&#186;):</strong> S&#243; podem ser executados por profissionais habilitados nas &#225;reas de Patologia Cl&#237;nica (An&#225;lises Cl&#237;nicas), Banco de Sangue, Hematologia e/ou Biomedicina Est&#233;tica, devidamente registrados no Conselho Regional de Biomedicina (CRBM).</p></li><li><p><strong>Aplica&#231;&#227;o com Finais Est&#233;ticos (Art. 4&#186;):</strong> &#201; prerrogativa exclusiva dos biom&#233;dicos habilitados em <strong>Biomedicina Est&#233;tica</strong>.</p></li></ul></li><li><p><strong>Requisito para N&#227;o Especialistas (Art. 2&#186;):</strong> O profissional que n&#227;o possuir especializa&#231;&#227;o nas &#225;reas citadas deve comprovar a conclus&#227;o de curso livre de capacita&#231;&#227;o de, no m&#237;nimo, <strong>60 horas</strong>, com forte componente pr&#225;tico presencial.</p></li></ul><h2>Enfermagem: demorou tamb&#233;m&#8230;</h2><p>A Enfermagem brasileira obteve um avan&#231;o regulat&#243;rio gigante ao normatizar o uso de concentrados sangu&#237;neos aut&#243;logos, integrando a t&#233;cnica ao Processo de Enfermagem voltado para a cicatriza&#231;&#227;o de feridas complexas e procedimentos est&#233;ticos.</p><ul><li><p><strong>A <a href="https://www.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Resolucao-Cofen-no-788-2025-Regulamenta-o-uso-terapeutico-dos-concentrados-sanguineos-autologos-nao-transfusionais-no-ambito-da-enfermagem.pdf">Resolu&#231;&#227;o COFEN n&#186; 788/2025</a>:</strong> Esta norma regulamenta o uso terap&#234;utico de concentrados sangu&#237;neos aut&#243;logos n&#227;o transfusionais (obtidos por centrifuga&#231;&#227;o f&#237;sica e sem modifica&#231;&#227;o qu&#237;mica substancial).</p></li><li><p><strong>Exclusividade do Enfermeiro (Artigo 10):</strong> A resolu&#231;&#227;o determina que a realiza&#231;&#227;o de todo o ciclo do procedimento (desde a consulta, passando pela venopun&#231;&#227;o, processamento laboratorial e aplica&#231;&#227;o) &#233; de compet&#234;ncia <strong>exclusiva do Enfermeiro</strong> (profissional de n&#237;vel superior). Fica estritamente proibida a delega&#231;&#227;o dessas atividades a t&#233;cnicos ou auxiliares de enfermagem.</p></li><li><p><strong>Crit&#233;rios de Capacita&#231;&#227;o (Artigo 11):</strong> O Enfermeiro deve comprovar treinamento te&#243;rico-pr&#225;tico espec&#237;fico de, no m&#237;nimo, <strong>45 horas</strong>, cujo conte&#250;do curricular obrigatoriamente inclua t&#233;cnicas de venopun&#231;&#227;o, m&#233;todos de centrifuga&#231;&#227;o e processamento, indica&#231;&#245;es cl&#237;nicas e manejo de intercorr&#234;ncias.</p></li><li><p><strong>A Consulta de Enfermagem:</strong> O tratamento deve ser obrigatoriamente iniciado por meio de uma Consulta de Enfermagem (Artigo 3&#186;), com a recomenda&#231;&#227;o expressa de avalia&#231;&#227;o laboratorial pr&#233;via do hemograma do paciente e a assinatura obrigat&#243;ria de um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).</p></li></ul><h2>Fisioterapia: Atua&#231;&#227;o nas &#193;reas Traumato-Ortop&#233;dica e Dermatofuncional</h2><p>O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) estabeleceu par&#226;metros precisos para que o fisioterapeuta atue com terapias regenerativas aut&#243;logas, visando a reabilita&#231;&#227;o musculoesquel&#233;tica e o tratamento de afec&#231;&#245;es tegumentares.</p><ul><li><p><strong>A <a href="https://www.coffito.gov.br/nsite/wp-content/uploads/2025/02/resolucao-607.pdf">Resolu&#231;&#227;o COFFITO n&#186; 607/2025</a> (e a <a href="https://www.coffito.gov.br/nsite/wp-content/uploads/2025/12/resolucao-641.pdf">atualiza&#231;&#227;o da 641/2025</a>):</strong> A Resolu&#231;&#227;o n&#186; 607/2025 habilitou a categoria &#224; prescri&#231;&#227;o e aplica&#231;&#227;o de agregados leucoplaquet&#225;rios aut&#243;logos. Em dezembro de 2025, a <strong>Resolu&#231;&#227;o COFFITO n&#186; 641/2025</strong> alterou as regras de valida&#231;&#227;o, descentralizando o processo e revogando o credenciamento de cursos pelo &#243;rg&#227;o federal. O registro da habilita&#231;&#227;o (que eles chamam de apostilamento) passou a ser de responsabilidade direta dos conselhos regionais (CREFITOs), mediante an&#225;lise detalhada do conte&#250;do e corpo docente do curso apresentado pelo profissional.</p></li><li><p><strong>Exig&#234;ncias de Forma&#231;&#227;o (Artigos 1&#186; e 2&#186;): </strong>Curso de capacita&#231;&#227;o com carga hor&#225;ria m&#237;nima de <strong>40 horas</strong>, divididas estritamente em 40% de teoria e 60% de pr&#225;tica presencial supervisionada, e o  conte&#250;do program&#225;tico (Artigo 2&#186;, Inciso VIII) deve exigir obrigatoriamente o ensino e a pr&#225;tica de <strong>venopun&#231;&#227;o</strong>, fornecendo o respaldo t&#233;cnico para que o fisioterapeuta realize a coleta de sangue do paciente em seu consult&#243;rio.</p></li></ul><h2>Biologia: Terapia Celular e Biologia Est&#233;tica</h2><p>Os bi&#243;logos obtiveram respaldo t&#233;cnico para atuar na prepara&#231;&#227;o e aplica&#231;&#227;o de hemocomponentes aut&#243;logos unindo sua base em biologia celular e regenerativa &#224;s suas habilita&#231;&#245;es em sa&#250;de.</p><ul><li><p><strong>A <a href="https://cfbio.gov.br/wp-content/uploads/2026/06/RES759_2026.pdf">Resolu&#231;&#227;o CFBio n&#186; 759/2026</a>:</strong> Regulamenta especificamente a habilita&#231;&#227;o e atua&#231;&#227;o do bi&#243;logo com agregados leucoplaquet&#225;rios aut&#243;logos (PRP e PRF) para fins terap&#234;uticos n&#227;o transfusionais.</p></li><li><p><strong>Habilita&#231;&#227;o T&#233;cnica (Artigo 2&#186;):</strong> Exige especializa&#231;&#227;o <em>lato sensu</em> em An&#225;lises Cl&#237;nicas, Banco de Sangue, Hemoterapia ou Terapia Celular, ou a comprova&#231;&#227;o de curso livre com carga hor&#225;ria m&#237;nima de <strong>60 horas</strong> e pr&#225;tica presencial. O Artigo 2&#186;, &#167; 1&#186;, estabelece a necessidade de comprovar profici&#234;ncia em <strong>venopun&#231;&#227;o</strong>.</p></li><li><p><strong>Atua&#231;&#227;o na Est&#233;tica (Artigo 6&#186;):</strong> Garante ao <strong>Bi&#243;logo Esteta</strong> (habilitado sob a &#233;gide da Resolu&#231;&#227;o CFBio n&#186; 734/2025) o direito de indicar, preparar e aplicar os agregados como bioestimuladores de tecidos por via injet&#225;vel. A norma tamb&#233;m autoriza o uso de ativadores como cloreto ou gluconato de c&#225;lcio a 10% (Artigo 8&#186;, Par&#225;grafo &#250;nico).</p></li></ul><h2>Tecn&#243;logo em Est&#233;tica e Cosm&#233;tica: Limita&#231;&#245;es Legais </h2><p>Diferente das profiss&#245;es de sa&#250;de citadas at&#233; agora, os <strong>Tecn&#243;logos em Est&#233;tica e Cosm&#233;tica</strong> encontram-se legalmente impedidos de atuar com terapias aut&#243;logas.</p><p>A categoria n&#227;o possui um conselho federal pr&#243;prio para expedir resolu&#231;&#245;es autorizativas. Sua atua&#231;&#227;o &#233; limitada estritamente pela <strong><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13643.htm">Lei Federal n&#186; 13.643/2018</a></strong> (Lei do Esteticista), que veda atividades de est&#233;tica m&#233;dica e procedimentos invasivos (conforme o Artigo 4&#186; da Lei do Ato M&#233;dico - Lei n&#186; 12.842/2013). O esteticista que realiza coleta de sangue ou aplica PRP/PRF comete <strong>infra&#231;&#227;o sanit&#225;ria grave</strong> e est&#225; sujeito a responder criminalmente por <strong>exerc&#237;cio ilegal da medicina ou de profiss&#227;o da sa&#250;de</strong>.</p><h3>Seguran&#231;a se Faz com &#201;tica e Transpar&#234;ncia</h3><p>O avan&#231;o da sa&#250;de e da est&#233;tica regenerativa &#233; um caminho sem volta, impulsionado por descobertas cient&#237;ficas que transformam a qualidade de vida e a autoestima dos pacientes. No entanto, esse progresso t&#233;cnico e comercial n&#227;o pode se dissociar do respeito aos limites legais e &#233;ticos estabelecidos pelas normas vigentes.</p><p>Enquanto diversas categorias da sa&#250;de &#8212; como a Odontologia, a Biomedicina, a Enfermagem, a Fisioterapia e a Biologia &#8212; trilham uma trajet&#243;ria transparente de habilita&#231;&#227;o profissional, garantindo capacita&#231;&#227;o adequada em venopun&#231;&#227;o e processamento biol&#243;gico sob o aval de seus conselhos federais, a pr&#225;tica de camuflar t&#233;cnicas para manter fatias de mercado enfraquece a credibilidade do setor.</p><p>A &#8220;defesa da seguran&#231;a do paciente&#8221; n&#227;o deve ser um argumento ret&#243;rico utilizado apenas para atacar a atua&#231;&#227;o de outras profiss&#245;es.</p><p> Ela deve se traduzir em condutas pr&#225;ticas de respeito &#224;s normas, na transpar&#234;ncia com o paciente e no cumprimento estrito das resolu&#231;&#245;es de cada conselho de classe. </p><p>Se uma regra profissional &#233; considerada ultrapassada por sua pr&#243;pria categoria, o caminho leg&#237;timo &#233; a defesa de sua revis&#227;o cient&#237;fica perante os &#243;rg&#227;os competentes, e n&#227;o a cria&#231;&#227;o de atalhos sem&#226;nticos e comerciais.</p><p><strong>Uma coisa &#233; fato: redefinir o nome de uma t&#233;cnica para contornar a regra n&#227;o muda a biologia do sangue, muito menos a legalidade do procedimento.</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Regra dos Quintos e a Arquitetura do Terço Médio [Beleza Atemporal Aula 10]]]></title><description><![CDATA[O ter&#231;o m&#233;dio da face &#233; a regi&#227;o que mais concentra estruturas anat&#244;micas vitais e, consequentemente, a que mais atrai a aten&#231;&#227;o durante a comunica&#231;&#227;o interpessoal.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/a-regra-dos-quintos-e-a-arquitetura</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/a-regra-dos-quintos-e-a-arquitetura</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:42:56 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886775/3a096a06-05a1-4f60-bf13-12e5fae40b2c/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>O ter&#231;o m&#233;dio da face &#233; a regi&#227;o que mais concentra estruturas anat&#244;micas vitais e, consequentemente, a que mais atrai a aten&#231;&#227;o durante a comunica&#231;&#227;o interpessoal. Nele, encontramos os olhos, o nari&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-regra-dos-quintos-e-a-arquitetura">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Tridimensionalidade e os Volumes dos Lábios [Beleza Atemporal Aula 09]]]></title><description><![CDATA[Na harmoniza&#231;&#227;o orofacial, o estudo dos l&#225;bios vai muito al&#233;m da simples rela&#231;&#227;o de tamanho entre a parte superior e a inferior.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/tridimensionalidade-e-os-volumes</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/tridimensionalidade-e-os-volumes</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:41:28 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886773/c0e7215b-18ba-4578-b653-cb77f7705a17/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Na harmoniza&#231;&#227;o orofacial, o estudo dos l&#225;bios vai muito al&#233;m da simples rela&#231;&#227;o de tamanho entre a parte superior e a inferior. O l&#225;bio &#233; uma estrutura complexa, composta por por&#231;&#227;o cut&#226;nea, mucosa &#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/tridimensionalidade-e-os-volumes">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Plasma Rico em Plaquetas como Coadjuvante no Rejuvenescimento Facial ]]></title><description><![CDATA[O uso do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) &#233; eficaz no rejuvenescimento facial? Conhe&#231;a as evid&#234;ncias cient&#237;ficas sobre esta t&#233;cnica regenerativa na est&#233;tica atual.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/plasma-rico-em-plaquetas-como-coadjuvante-no-rejuvenescimento-facial</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/plasma-rico-em-plaquetas-como-coadjuvante-no-rejuvenescimento-facial</guid><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:01:50 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/2cf2ed74-ac07-4838-b568-a3a55cd1cca8_800x400.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento cut&#226;neo, um processo biol&#243;gico inevit&#225;vel, &#233; impulsionado por uma complexa intera&#231;&#227;o entre fatores intr&#237;nsecos e influ&#234;ncias externas, como a radia&#231;&#227;o ultravioleta e os h&#225;bitos contempor&#226;neos de vida. Essa degrada&#231;&#227;o tecidual, que se manifesta pela perda de firmeza, redu&#231;&#227;o da elasticidade e decl&#237;nio na produ&#231;&#227;o de col&#225;geno, tornou-se um dos principais focos de interven&#231;&#227;o na Harmoniza&#231;&#227;o Orofacial. Diante desse cen&#225;rio, a busca por terapias que n&#227;o apenas camuflem os sinais da idade, mas que efetivamente regenerem a pele a partir de processos biol&#243;gicos naturais, nunca foi t&#227;o intensa.</p><p>&#201; neste contexto de inova&#231;&#227;o e rigor cient&#237;fico que se insere o presente trabalho, desenvolvido por M&#244;nica Shimizu como requisito parcial para a conclus&#227;o do <a href="https://institutovelasco.com.br/cursos/harmonizacao-facial/especializacao-harmonizacao-orofacial">Curso de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o </a><em><a href="https://institutovelasco.com.br/cursos/harmonizacao-facial/especializacao-harmonizacao-orofacial">Lato Sensu</a></em><a href="https://institutovelasco.com.br/cursos/harmonizacao-facial/especializacao-harmonizacao-orofacial"> (especializa&#231;&#227;o) em Harmoniza&#231;&#227;o Orofacial do </a><strong><a href="https://institutovelasco.com.br/cursos/harmonizacao-facial/especializacao-harmonizacao-orofacial">Instituto Velasco</a></strong>. O estudo investiga o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), uma tecnologia aut&#243;loga que tem conquistado o protagonismo na est&#233;tica avan&#231;ada. Ao concentrar fatores de crescimento essenciais e prote&#237;nas bioativas, o PRP prop&#245;e uma remodela&#231;&#227;o da matriz extracelular que promete resultados transformadores.</p><p>Contudo, a aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica do PRP levanta questionamentos fundamentais: at&#233; que ponto a literatura atual valida sua efic&#225;cia? De que maneira os protocolos podem ser otimizados para garantir resultados seguros e previs&#237;veis ao paciente? Ao navegar por esta revis&#227;o integrativa, o leitor ser&#225; conduzido por uma an&#225;lise criteriosa de evid&#234;ncias cient&#237;ficas que desvendam os mecanismos de a&#231;&#227;o, a seguran&#231;a do procedimento e o papel do PRP como coadjuvante estrat&#233;gico em protocolos combinados. Este trabalho n&#227;o se limita a relatar dados; ele convida o profissional da &#225;rea a uma reflex&#227;o profunda sobre o futuro da regenera&#231;&#227;o tecidual, apresentando um panorama indispens&#225;vel para quem deseja aliar a excel&#234;ncia cl&#237;nica &#224;s mais modernas t&#233;cnicas de rejuvenescimento.</p><div><hr></div><h2>Porque o Plasma Rico em Plaquetas?</h2><p>O envelhecimento da pele &#233; um fen&#244;meno inevit&#225;vel que resulta da intera&#231;&#227;o de fatores intr&#237;nsecos, como predisposi&#231;&#227;o gen&#233;tica, e extr&#237;nsecos, como radia&#231;&#227;o solar, polui&#231;&#227;o e h&#225;bitos de vida. Essas altera&#231;&#245;es afetam a integridade do tecido cut&#226;neo, ocasionando redu&#231;&#227;o da elasticidade, da firmeza e da produ&#231;&#227;o de col&#225;geno, favorecendo o surgimento de rugas e irregularidades. Nesse contexto, cresce a busca por tratamentos est&#233;ticos capazes de minimizar os sinais do envelhecimento e promover a regenera&#231;&#227;o cut&#226;nea (Ganceviciene <em>et al.,</em> 2012).</p><p>Entre os m&#233;todos mais estudados, destaca-se o plasma rico em plaquetas (PRP), um concentrado aut&#243;logo obtido por centrifuga&#231;&#227;o do sangue, capaz de liberar fatores de crescimento que estimulam processos regenerativos. A literatura descreve que o PRP promove angiog&#234;nese, s&#237;ntese de col&#225;geno e remodela&#231;&#227;o da matriz extracelular, resultando em melhora da qualidade da pele e da apar&#234;ncia facial. Al&#233;m disso, por ser um material derivado do pr&#243;prio paciente, o risco de rejei&#231;&#245;es e complica&#231;&#245;es &#233; reduzido, tornando-o uma op&#231;&#227;o segura e promissora (Vendramin <em>et al.,</em> 2006).</p><p>Estudos cl&#237;nicos e revis&#245;es recentes demonstram resultados relevantes com a aplica&#231;&#227;o do PRP no rejuvenescimento facial. Ensaios cl&#237;nicos controlados evidenciaram benef&#237;cios na textura da pele e na redu&#231;&#227;o de rugas em diferentes graus de fotoenvelhecimento, indicando efic&#225;cia tanto em aplica&#231;&#245;es isoladas quanto em protocolos combinados. Ainda assim, a literatura aponta limita&#231;&#245;es, como a heterogeneidade nos protocolos de preparo e aplica&#231;&#227;o, o que dificulta compara&#231;&#245;es diretas e padroniza&#231;&#245;es universais (Alam <em>et al.,</em> 2019; Elnehrawy <em>et al.,</em> 2018).</p><p>Diante dessas considera&#231;&#245;es, surge a necessidade de an&#225;lises integrativas que re&#250;nam as evid&#234;ncias dispon&#237;veis e avaliem criticamente a real contribui&#231;&#227;o do PRP no rejuvenescimento facial (Alves <em>et al.,</em> 2021; Monteiro, 2022). Este trabalho prop&#245;e-se a responder &#224; seguinte quest&#227;o norteadora: o plasma rico em plaquetas &#233; eficaz como coadjuvante no rejuvenescimento facial?</p><h2><strong>Metodologia do estudo</strong></h2><p>Durante a busca sistematizada nas bases de dados, foram inicialmente identificados 270 artigos relacionados ao uso do plasma rico em plaquetas (PRP) como coadjuvante no rejuvenescimento facial. Na primeira triagem, 120 estudos foram exclu&#237;dos por duplicidade entre bases e aus&#234;ncia de acesso ao texto completo. Em seguida, 70 artigos foram eliminados por n&#227;o atenderem aos crit&#233;rios de inclus&#227;o, seja por estarem em idiomas n&#227;o considerados, por se tratarem de pesquisas experimentais exclusivamente em animais ou por n&#227;o apresentarem desfechos cl&#237;nicos relacionados ao rejuvenescimento facial. Restaram, ent&#227;o, 80 artigos para leitura integral. Ap&#243;s a an&#225;lise detalhada de conte&#250;do e aplica&#231;&#227;o dos crit&#233;rios de qualidade metodol&#243;gica, 40 estudos foram considerados adequados e compuseram a amostra final desta revis&#227;o, sendo estes utilizados para a s&#237;ntese dos resultados.</p><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2 is-viewable-img" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!3Rg_!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F44cc8915-c5ad-4df1-b7eb-52ed45b980d8_1063x1077.png" data-component-name="Image2ToDOM"><div class="image2-inset"><picture><source type="image/webp" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!3Rg_!,w_424,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F44cc8915-c5ad-4df1-b7eb-52ed45b980d8_1063x1077.png 424w, 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class="pencraft pc-display-flex pc-gap-8 pc-reset"><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container restack-image"><svg role="img" width="20" height="20" viewBox="0 0 20 20" fill="none" stroke-width="1.5" stroke="var(--color-fg-primary)" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><g><title></title><path d="M2.53001 7.81595C3.49179 4.73911 6.43281 2.5 9.91173 2.5C13.1684 2.5 15.9537 4.46214 17.0852 7.23684L17.6179 8.67647M17.6179 8.67647L18.5002 4.26471M17.6179 8.67647L13.6473 6.91176M17.4995 12.1841C16.5378 15.2609 13.5967 17.5 10.1178 17.5C6.86118 17.5 4.07589 15.5379 2.94432 12.7632L2.41165 11.3235M2.41165 11.3235L1.5293 15.7353M2.41165 11.3235L6.38224 13.0882"></path></g></svg></button><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container view-image"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="20" height="20" viewBox="0 0 24 24" fill="none" stroke="currentColor" 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Fonte: Pr&#243;pria Autoria (2025)</figcaption></figure></div><h2>Evid&#234;ncias cl&#237;nicas do PRP no rejuvenescimento facial</h2><p> Os estudos cl&#237;nicos t&#234;m revelado resultados relevantes do plasma rico em plaquetas (PRP) no contexto do rejuvenescimento facial. Alam et al. (2019) conduziram uma pesquisa randomizada e constataram que os pacientes que receberam o tratamento mostraram uma melhora significativa na textura da pele e redu&#231;&#227;o das rugas finas. Esses resultados corroboram o uso cl&#237;nico do PRP em situa&#231;&#245;es de foto envelhecimento. Resultados semelhantes foram documentados por Elnehrawy et al. (2018), que identificaram benef&#237;cios est&#233;ticos em diferentes n&#237;veis de rugas faciais. A exist&#234;ncia de evid&#234;ncias em humanos aumenta a confian&#231;a na t&#233;cnica. No entanto, os estudos destacam a necessidade de estabelecer protocolos mais padronizados.</p><p>Pesquisas observacionais indicam benef&#237;cios do PRP como uma op&#231;&#227;o terap&#234;utica na est&#233;tica. Everts, Pinto e Gir&#227;o (2018) notaram um aumento na satisfa&#231;&#227;o dos pacientes e melhorias mensur&#225;veis em aspectos como hidrata&#231;&#227;o e elasticidade da pele. Esses resultados evidenciam a a&#231;&#227;o multifatorial do PRP na regenera&#231;&#227;o da pele. Em um estudo de casos, Redaelli, Romano e Marcian&#243; (2010) descreveram melhorias cl&#237;nicas percept&#237;veis em pacientes que receberam revitaliza&#231;&#227;o facial e cervical. Esses achados complementam os ensaios controlados randomizados, evidenciando a efic&#225;cia em diversas abordagens de pesquisa. No entanto, a falta de grupos controle imp&#245;e limita&#231;&#245;es a algumas an&#225;lises.</p><p>Revis&#245;es integrativas e sistem&#225;ticas refor&#231;am o potencial cl&#237;nico do PRP para o rejuvenescimento facial. Alves et al. (2021) afirmam que a aplica&#231;&#227;o da t&#233;cnica resultou em um aumento da produ&#231;&#227;o de col&#225;geno e uma melhora na firmeza da pele, embora os estudos examinados apresentassem varia&#231;&#245;es metodol&#243;gicas. Monteiro (2022), em sua revis&#227;o sistem&#225;tica, tamb&#233;m concluiu que o PRP favorece a regenera&#231;&#227;o cut&#226;nea e possui um perfil seguro para uso. Essas obras consolidam a ideia de que, mesmo na aus&#234;ncia de estudos multic&#234;ntricos de grande escala, j&#225; h&#225; suporte cient&#237;fico para sua aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica. A literatura converge para um consenso positivo quanto aos efeitos do PRP, e esse conjunto de revis&#245;es fortalece a confian&#231;a nos resultados encontrados.</p><p>Apesar dos dados promissores, ainda persistem limita&#231;&#245;es relacionadas &#224; padroniza&#231;&#227;o da t&#233;cnica. Mertz <em>et al.</em> (2020) destacam que a variedade de protocolos e concentra&#231;&#245;es aplicadas dificulta compara&#231;&#245;es entre diferentes pesquisas. Pavani e Fernandes (2017) tamb&#233;m observam que a diversidade metodol&#243;gica impede a elabora&#231;&#227;o de um protocolo &#250;nico e seguro que possa ser aplicado a todas as popula&#231;&#245;es. Esses aspectos metodol&#243;gicos enfraquecem a robustez das evid&#234;ncias atuais, embora n&#227;o invalidem seus benef&#237;cios. Assim, os resultados dispon&#237;veis apontam para a efic&#225;cia, mas devem ser analisados com cautela. A necessidade de padroniza&#231;&#227;o continua sendo um tema central na discuss&#227;o cient&#237;fica sobre o PRP.</p><h2>PRP em associa&#231;&#227;o com outras t&#233;cnicas est&#233;ticas</h2><p>A aplica&#231;&#227;o de plasma rico em plaquetas, juntamente com outras abordagens, tem sido ressaltada como uma solu&#231;&#227;o que pode maximizar os resultados est&#233;ticos. Segundo Albano, Pereira e Assis (2018), o microagulhamento promove a forma&#231;&#227;o de novo col&#225;geno e atua em conjunto com os fatores de crescimento contidos no PRP. Esse processo aumenta a permeabilidade da pele, facilitando a absor&#231;&#227;o dos ingredientes bioativos. Fabbrocini et al. (2011) notaram uma melhora significativa em cicatrizes de acne ao combinar essas duas t&#233;cnicas. Esses resultados indicam que a utiliza&#231;&#227;o conjunta pode amplificar os benef&#237;cios do rejuvenescimento facial. A jun&#231;&#227;o dessas abordagens pode se mostrar uma alternativa eficaz em tratamentos est&#233;ticos personalizados.</p><p>Pesquisas internacionais refor&#231;am a conex&#227;o do PRP com diferentes m&#233;todos. Phoebe et al. (2024) mostraram que a associa&#231;&#227;o do PRP com &#225;cido hialur&#244;nico resultou em uma melhora na elasticidade da pele e uma redu&#231;&#227;o mais significativa das rugas superficiais. Esse resultado sugere que a capacidade regenerativa do PRP pode ser ampliada por subst&#226;ncias preenchedoras. Al&#233;m disso, Rebecca-Wisniewski et al. (2020) ressaltaram em sua revis&#227;o que a combina&#231;&#227;o de tratamentos n&#227;o s&#243; melhora os resultados est&#233;ticos, mas tamb&#233;m aumenta a satisfa&#231;&#227;o dos pacientes. Assim, a literatura apoia a ideia de que o efeito combinado &#233; uma estrat&#233;gia cl&#237;nica vi&#225;vel. Esse cen&#225;rio refor&#231;a a import&#226;ncia do PRP como um complemento em protocolos contempor&#226;neos.</p><p>No &#226;mbito do envelhecimento da pele, Pavlovic et al. (2016) mencionam que a presen&#231;a de compostos bioativos no PRP pode aumentar a efic&#225;cia de tratamentos ablativos, como o laser fracionado. A intera&#231;&#227;o do est&#237;mulo mec&#226;nico ou t&#233;rmico com os fatores de crescimento acelera a reorganiza&#231;&#227;o da matriz extracelular. Hausauer e Jones (2020) ressaltam que a combina&#231;&#227;o do PRP com microagulhamento diminui o tempo de recupera&#231;&#227;o e reduz os efeitos indesejados. Esses estudos indicam que tais combina&#231;&#245;es n&#227;o apenas melhoram os resultados, mas tamb&#233;m aumentam a seguran&#231;a dos procedimentos. Assim, a utiliza&#231;&#227;o conjunta se configura como uma tend&#234;ncia na biomedicina est&#233;tica.</p><p>Apesar dos resultados promissores, a literatura aponta limita&#231;&#245;es nas terapias combinadas. Negr&#227;o (2015) enfatiza que a aus&#234;ncia de padroniza&#231;&#227;o no microagulhamento dificulta compara&#231;&#245;es precisas com pesquisas que utilizam PRP de forma isolada. Ortolan et al. (2013), ao estudarem o envelhecimento da pele em mulheres, notaram que a efic&#225;cia do tratamento &#233; afetada por fatores intr&#237;nsecos &#224; pele, influenciando o sucesso das combina&#231;&#245;es. Al&#233;m disso, Sovinski et al. (2016) ressaltam que vari&#225;veis como fototipo e caracter&#237;sticas faciais podem impactar nos resultados. Portanto, apesar de reconhecerem a relev&#226;ncia da combina&#231;&#227;o, ainda &#233; essencial uma maior organiza&#231;&#227;o metodol&#243;gica. O consenso cient&#237;fico sobre os melhores protocolos ainda est&#225; em desenvolvimento.</p><h2>Mecanismos biol&#243;gicos do PRP no rejuvenescimento cut&#226;neo</h2><p>O plasma rico em plaquetas se destaca pela sua elevada concentra&#231;&#227;o de fatores de crescimento, que s&#227;o essenciais no processo de reparo e regenera&#231;&#227;o dos tecidos. Segundo Vendramin et al. (2006), o PRP &#233; composto por prote&#237;nas bioativas, como o PDGF e o TGF-&#946;, que promovem a prolifera&#231;&#227;o dos fibroblastos e a produ&#231;&#227;o de col&#225;geno. Esse mecanismo resulta no aumento da espessura da pele e na melhoria da sua elasticidade. Al&#233;m disso, Sixma et al. (1984) enfatizaram a relev&#226;ncia das plaquetas na ades&#227;o e na libera&#231;&#227;o de mediadores que contribuem para a cicatriza&#231;&#227;o. Assim, os efeitos do PRP est&#227;o intimamente relacionados &#224; biologia celular, culminando em uma remodela&#231;&#227;o cont&#237;nua da matriz extracelular.</p><p>No que diz respeito &#224; ativa&#231;&#227;o dos fibroblastos, o PRP tamb&#233;m estimula a forma&#231;&#227;o de novos vasos sangu&#237;neos e aprimora a irriga&#231;&#227;o da pele. De acordo com Grigore e Cozma (2018), a utiliza&#231;&#227;o do PRP favorece a libera&#231;&#227;o de subst&#226;ncias que promovem a cria&#231;&#227;o de novos capilares, o que acelera a oxigena&#231;&#227;o nos tecidos. Por sua vez, Ganceviciene et al. (2012) enfatizam que esse processo de angiog&#234;nese ajuda a aumentar a sobreviv&#234;ncia celular e diminui os sinais de envelhecimento. Este efeito sobre a circula&#231;&#227;o est&#225; ligado ao aumento da luminosidade e &#224; uniformidade da pele ap&#243;s o tratamento. Tais mecanismos explicam as melhorias cl&#237;nicas observadas em pesquisas, demonstrando que o PRP atua n&#227;o apenas na matriz tecidual, mas tamb&#233;m na circula&#231;&#227;o sangu&#237;nea da pele.</p><p>Um aspecto importante &#233; o papel do PRP na modula&#231;&#227;o da inflama&#231;&#227;o e na defesa contra o estresse oxidativo. Costa e Santos (2016) indicam que as subst&#226;ncias liberadas pelas plaquetas controlam a resposta inflamat&#243;ria na regi&#227;o, ajudando a diminuir a degrada&#231;&#227;o dos tecidos. Gianotti-Filho, Sim&#245;es e Glerean (2013) acrescentam que essa regula&#231;&#227;o bioqu&#237;mica &#233; crucial para preservar a integridade das fibras de elastina. Adicionalmente, Frykberg e Banks (2015) enfatizam que a a&#231;&#227;o antioxidante indireta do PRP auxilia no atraso do envelhecimento da pele. Assim, o PRP n&#227;o s&#243; promove a regenera&#231;&#227;o, mas tamb&#233;m oferece prote&#231;&#227;o contra novas agress&#245;es, resultando em efeitos cumulativos e de longa dura&#231;&#227;o em tratamentos realizados em sequ&#234;ncia.</p><p>O material dispon&#237;vel sobre o PRP sugere que sua composi&#231;&#227;o pode mudar conforme a t&#233;cnica de preparo utilizada, o que impacta seus mecanismos de a&#231;&#227;o. Segundo Leo et al. (2015), a quantidade de plaquetas e a presen&#231;a de leuc&#243;citos podem afetar os desfechos cl&#237;nicos. Em pesquisa experimental, Du e Lei (2020) notaram que diferentes combina&#231;&#245;es resultaram em varia&#231;&#245;es na efic&#225;cia da regenera&#231;&#227;o da pele. Thon e Italiano (2012) destacam que a estrutura das plaquetas e sua habilidade de liberar gr&#226;nulos alfa s&#227;o fundamentais para o &#234;xito do tratamento. Essa variedade de abordagens ajuda a explicar por que alguns estudos apresentam resultados mais confi&#225;veis do que outros. Portanto, entender a biologia do PRP &#233; crucial para aprimorar as estrat&#233;gias de rejuvenescimento.</p><h2>Qualidade metodol&#243;gica e limita&#231;&#245;es dos estudos</h2><p>A avalia&#231;&#227;o detalhada dos artigos indica que in&#250;meras pesquisas sobre PRP enfrentam restri&#231;&#245;es metodol&#243;gicas que dificultam a forma&#231;&#227;o de protocolos cl&#237;nicos. Montero, Santos e Fern&#225;ndez (2013) ressaltaram a ampla varia&#231;&#227;o nos desenhos dos estudos, o que prejudica a comparabilidade dos resultados. Elnehrawy et al. (2018) demonstraram efic&#225;cia cl&#237;nica, mas a manipula&#231;&#227;o de amostras reduzidas limita o poder estat&#237;stico das conclus&#245;es. Essa situa&#231;&#227;o &#233; comum em estudos observacionais e relatos de caso. A falta de padroniza&#231;&#227;o complica a possibilidade de um consenso universal. Assim, a validade externa das descobertas deve ser considerada com uma abordagem cautelosa.</p><p>Um elemento que afeta a qualidade dos trabalhos &#233; a falta de uniformiza&#231;&#227;o no preparo do PRP. Redaelli, Romano e Marcian&#243; (2010) apontaram que diferen&#231;as na centrifuga&#231;&#227;o, volume coletado e ativa&#231;&#227;o das plaquetas t&#234;m um impacto direto nos resultados obtidos. Al&#233;m disso, Pavani e Fernandes (2017) observaram que cada pesquisa utiliza abordagens distintas, o que dificulta a compara&#231;&#227;o direta entre os protocolos. Essa variabilidade nas metodologias ajuda a entender por que alguns autores apresentam resultados significativos, enquanto outros apenas apontam pequenas melhorias. A aus&#234;ncia de consist&#234;ncia diminui a credibilidade da literatura existente. Assim, os estudos atuais ainda n&#227;o possibilitam a defini&#231;&#227;o de uma dosagem padr&#227;o confi&#225;vel.</p><p>Os crit&#233;rios empregados na avalia&#231;&#227;o dos trabalhos apresentam uma grande diversidade. Alam et al. (2019) utilizaram escalas cl&#237;nicas que foram previamente validadas, enquanto que outros autores, como Claush (2022), optaram por revis&#245;es integrativas fundamentadas em an&#225;lises narrativas. Essa disparidade nas abordagens de avalia&#231;&#227;o torna dif&#237;cil estabelecer compara&#231;&#245;es precisas sobre a real magnitude dos resultados obtidos. Ortolan et al. (2013) tamb&#233;m enfatizaram que fatores individuais, como a idade e o fototipo, geralmente n&#227;o s&#227;o considerados nos protocolos. Essas varia&#231;&#245;es metodol&#243;gicas resultam em vieses significativos. Portanto, a qualidade das evid&#234;ncias dispon&#237;veis atualmente deve ser vista com um n&#237;vel moderado de confian&#231;a, indicando a necessidade de pesquisas mais rigorosas.</p><p>A literatura revela que a dura&#231;&#227;o do acompanhamento em pesquisas costuma ser breve, o que limita a an&#225;lise da durabilidade dos resultados. Wuillemsen et al. (2014) notaram uma melhora est&#233;tica inicial, mas n&#227;o conseguiram confirmar a manuten&#231;&#227;o desse resultado ao longo do tempo. Berri, Castro e Camargo (2016) afirmam que fatores psicossociais e subjetivos afetam a percep&#231;&#227;o de rejuvenescimento, podendo distorcer os resultados observados. Assim, a falta de estudos longitudinais mais abrangentes representa uma clara limita&#231;&#227;o. &#201; fundamental que investiga&#231;&#245;es futuras incluam um acompanhamento mais prolongado para validar a efic&#225;cia prolongada do PRP. Sem isso, a robustez das conclus&#245;es continua limitada.</p><h2>Seguran&#231;a e efeitos adversos</h2><p>O perfil de seguran&#231;a do PRP &#233;, em sua maioria, positivo, dado que se trata de um material aut&#243;logo, o que diminui os riscos de rea&#231;&#245;es imunol&#243;gicas e de contamina&#231;&#245;es (Vendramin <em>et al.,</em> 2006). Nas pesquisas cl&#237;nicas e observacionais, os efeitos adversos mais frequentes foram dor leve, vermelhid&#227;o, incha&#231;o tempor&#225;rio e hematomas, todos resolvendo-se sem deixar sequela (Everts, Pinto e Gir&#227;o, 2018). Em tratamentos faciais, a manuten&#231;&#227;o da antissepsia e um preparo ass&#233;ptico reduzem significativamente as complica&#231;&#245;es infecciosas (Frykberg e Banks, 2015). Estudos cl&#237;nicos tamb&#233;m mostram boa toler&#226;ncia na &#225;rea do pesco&#231;o, sem a ocorr&#234;ncia de eventos graves recorrentes (Redaelli, Romano e Marcian&#243;, 2010). No geral, o PRP apresenta um equil&#237;brio positivo entre riscos e benef&#237;cios no tratamento do fotoenvelhecimento (Alam <em>et al.,</em> 2019). Essas evid&#234;ncias apoiam seu uso como uma alternativa segura na est&#233;tica facial.</p><p>A manifesta&#231;&#227;o de rea&#231;&#245;es adversas est&#225; relacionada &#224; t&#233;cnica utilizada, &#224; formula&#231;&#227;o e &#224; escolha dos pacientes. A presen&#231;a de leuc&#243;citos pode influenciar a inflama&#231;&#227;o local, o que torna a composi&#231;&#227;o do PRP um aspecto crucial a ser considerado na pr&#225;tica (Leo <em>et al.,</em> 2015). Varia&#231;&#245;es na centrifuga&#231;&#227;o e ativa&#231;&#227;o podem modificar a libera&#231;&#227;o de gr&#226;nulos alfa e mediadores, impactando a dor e o incha&#231;o ap&#243;s o procedimento (Thon e Italiano, 2012). Pesquisas preliminares sobre pele fotoenvelhecida indicam uma recupera&#231;&#227;o r&#225;pida quando a t&#233;cnica &#233; padronizada e os volumes s&#227;o fracionados (Lee <em>et al.,</em> 2018). Em revis&#245;es integrativas, as diferen&#231;as na metodologia explicam as varia&#231;&#245;es na ocorr&#234;ncia de eventos leves (Mertz <em>et al.,</em> 2020). Assim, a padroniza&#231;&#227;o e a forma&#231;&#227;o adequada s&#227;o essenciais para garantir a seguran&#231;a de maneira consistente.</p><p>Nas abordagens terap&#234;uticas, a seguran&#231;a &#233; considerada adequada quando s&#227;o seguidos os princ&#237;pios de assepsia e intervalos adequados para recupera&#231;&#227;o. O microagulhamento aumenta a permeabilidade da pele e pode acentuar o eritema inicial, mas protocolos devidamente executados mant&#234;m as complica&#231;&#245;es em n&#237;veis reduzidos (Albano, Pereira e Assis, 2018). Documentos t&#233;cnicos enfatizam a import&#226;ncia dos cuidados com os dispositivos e a antissepsia para minimizar o risco de infec&#231;&#245;es ap&#243;s m&#250;ltiplas pun&#231;&#245;es (Domansky e Borges, 2012). Em an&#225;lises, a combina&#231;&#227;o do PRP com outras abordagens melhora os resultados sem agravar eventos graves, desde que a t&#233;cnica seja aplicada corretamente (Rebecca-Wisniewski <em>et al.,</em> 2020). Combina&#231;&#245;es que incluem preenchimentos tamb&#233;m mostraram boa aceita&#231;&#227;o em estudos recentes (Phoebe <em>et al.,</em> 2024). Portanto, a pr&#225;tica segura &#233; resultado de um protocolo adequado, e n&#227;o simplesmente da soma de procedimentos.</p><p>A escolha dos candidatos e os cuidados p&#243;s-procedimento s&#227;o fundamentais para evitar complica&#231;&#245;es. Aspectos como tipo de pele, n&#237;vel de dano solar e condi&#231;&#245;es dermatol&#243;gicas anteriores influenciam a resposta e o risco de hiperpigmenta&#231;&#227;o tempor&#225;ria (Sovinski <em>et al.,</em> 2016; Ortolan <em>et al.,</em> 2013). Medidas gerais de rejuvenescimento e prote&#231;&#227;o da barreira cut&#226;nea s&#227;o eficazes na redu&#231;&#227;o de irrita&#231;&#227;o e eritema prolongado (Ganceviciene <em>et al.,</em> 2012). An&#225;lises cl&#237;nicas sugerem a suspens&#227;o de elementos irritantes e uma fotoprote&#231;&#227;o rigorosa ap&#243;s os tratamentos para diminuir rea&#231;&#245;es adversas (Pavani e Fernandes, 2017). Em resumo, com uma triagem eficiente e orienta&#231;&#245;es padronizadas, o PRP continua apresentando um alto n&#237;vel de seguran&#231;a na pr&#225;tica. Essas medidas apoiam a implementa&#231;&#227;o regular em protocolos est&#233;ticos.</p><h2>Perspectivas futuras e lacunas de pesquisa</h2><p>A aplica&#231;&#227;o do plasma rico em plaquetas para o rejuvenescimento facial demonstra resultados promissores, no entanto, a literatura ainda n&#227;o possui uma padroniza&#231;&#227;o metodol&#243;gica adequada. Conforme mencionam Pavlovic et al. (2016), as varia&#231;&#245;es nos processos de centrifuga&#231;&#227;o e ativa&#231;&#227;o das plaquetas resultam em prepara&#231;&#245;es diferentes, afetando diretamente a resposta cl&#237;nica. Essa falta de uniformidade &#233; ressaltada por Leo et al. (2015), que indicam a dificuldade em comparar os estudos dispon&#237;veis devido &#224; aus&#234;ncia de protocolos consistentes. Du e Lei (2020) acrescentam que at&#233; pequenas varia&#231;&#245;es na prepara&#231;&#227;o podem modificar a efic&#225;cia da regenera&#231;&#227;o, evidenciando que a t&#233;cnica ainda precisa de uma consolida&#231;&#227;o cient&#237;fica.</p><p>Um aspecto importante a ser considerado &#233; a falta de estudos cl&#237;nicos robustos. Apesar de Alam et al. (2019) terem conduzido um ensaio randomizado, o tamanho reduzido da amostra limita a possibilidade de aplicar os resultados de forma mais ampla. Monteiro (2022) corrobora essa falta ao ressaltar que a maior parte dos trabalhos revisados apresenta grupos pequenos ou metodologias menos rigorosas. Da mesma forma, Elnehrawy et al. (2018) identificaram benef&#237;cios do PRP em rela&#231;&#227;o a rugas, mas novamente com um n&#250;mero limitado de participantes. Isso indica que, embora as evid&#234;ncias dispon&#237;veis sejam encorajadoras, elas ainda s&#227;o fr&#225;geis.</p><p>Outro desafio relevante est&#225; relacionado ao per&#237;odo de acompanhamento dos pacientes. Wuillemsen e colaboradores (2014) constataram uma melhoria est&#233;tica inicial, mas sem evid&#234;ncias sobre a durabilidade ao longo do tempo. Mertz e seus colegas (2020) enfatizaram que a maioria das pesquisas acompanha os participantes por apenas alguns meses, sem investigar se os efeitos persistem ou desaparecem com o tempo. Grigore e Cozma (2018) prop&#245;em que somente estudos longitudinais que realizem acompanhamento cl&#237;nico e molecular poder&#227;o elucidar se o PRP efetivamente exerce um impacto duradouro no envelhecimento da pele.</p><p>Por &#250;ltimo, surgem oportunidades para novas associa&#231;&#245;es e protocolos feitos sob medida. Phoebe e colaboradores (2024) demonstraram que a combina&#231;&#227;o com &#225;cido hialur&#244;nico aumentou a flexibilidade da pele, enquanto Hausauer e Jones (2020) evidenciaram os benef&#237;cios da integra&#231;&#227;o com microagulhamento, diminuindo o tempo de recupera&#231;&#227;o. Rebecca-Wisniewski e sua equipe (2020) ressaltam a relev&#226;ncia de levar em conta a satisfa&#231;&#227;o do paciente como um dos principais resultados, ampliando a compreens&#227;o dos efeitos. Dessa forma, o futuro da pesquisa deve avan&#231;ar n&#227;o apenas na busca pela padroniza&#231;&#227;o t&#233;cnica, mas tamb&#233;m na personaliza&#231;&#227;o dos tratamentos, levando em considera&#231;&#227;o idade, tipo de pele e n&#237;vel de dano solar.</p><h2><strong>Discuss&#227;o</strong></h2><p>Esta revis&#227;o integrativa foi organizada por meio de uma pesquisa sistem&#225;tica em bases de dados tanto nacionais quanto internacionais. Foram escolhidas as plataformas mais relevantes no campo da sa&#250;de, assegurando o acesso a artigos que discutem a utiliza&#231;&#227;o do plasma rico em plaquetas para o rejuvenescimento facial. A estrat&#233;gia de busca utilizou combina&#231;&#245;es de termos espec&#237;ficos associados &#224; est&#233;tica e &#224; regenera&#231;&#227;o da pele, possibilitando a recupera&#231;&#227;o abrangente de estudos publicados nas &#250;ltimas d&#233;cadas.</p><p>Os crit&#233;rios de inclus&#227;o abarcaram estudos que examinassem o uso do PRP em tratamentos de rejuvenescimento facial, tanto de maneira independente quanto em combina&#231;&#227;o com outras abordagens. Foram levados em conta trabalhos que reportassem resultados objetivos relacionados a melhorias na qualidade da pele, elasticidade, col&#225;geno e redu&#231;&#227;o de rugas. Por outro lado, os crit&#233;rios de exclus&#227;o inclu&#237;ram repeti&#231;&#227;o de estudos, falta de acesso ao texto integral, artigos em l&#237;nguas n&#227;o consideradas, pesquisas exclusivamente experimentais em animais e publica&#231;&#245;es que n&#227;o mostrassem relev&#226;ncia cl&#237;nica.</p><p>A fim de assegurar a uniformidade, cada documento foi submetido a uma revis&#227;o minuciosa, que envolveu a leitura completa e a an&#225;lise da metodologia utilizada. Foram considerados fatores como a estrutura do estudo, a clareza nas interven&#231;&#245;es e a explica&#231;&#227;o dos resultados avaliados. Essa abordagem met&#243;dica permitiu minimizar distor&#231;&#245;es e escolher apenas aqueles estudos que oferecessem dados significativos e &#250;teis para a pr&#225;tica m&#233;dica.</p><p>Os principais resultados desta revis&#227;o englobaram a diminui&#231;&#227;o de linhas de express&#227;o, a melhoria da textura da pele, o incremento da elasticidade e a indu&#231;&#227;o &#224; produ&#231;&#227;o de col&#225;geno. Em rela&#231;&#227;o aos resultados secund&#225;rios, foram avaliados a satisfa&#231;&#227;o dos pacientes, a seguran&#231;a do tratamento e a ocorr&#234;ncia de efeitos indesejados. Os dados foram dispostos em tabelas comparativas e em resumos narrativos, proporcionando uma an&#225;lise clara e cr&#237;tica acerca da efic&#225;cia do plasma rico em plaquetas como complemento para o rejuvenescimento facial.</p><h2><strong>Considera&#231;&#245;es finais</strong></h2><p>Esta revis&#227;o integrativa examinou quarenta pesquisas escolhidas a partir de um conjunto inicial de 270 artigos, com a finalidade de avaliar a efic&#225;cia do plasma rico em plaquetas (PRP) como uma estrat&#233;gia auxiliar no rejuvenescimento facial. Os achados indicaram que, em diversos formatos de estudo, o PRP demonstrou melhorias significativas na textura da pele, na elasticidade, na produ&#231;&#227;o de col&#225;geno e na diminui&#231;&#227;o de rugas. Ensaios cl&#237;nicos e estudos observacionais revelaram benef&#237;cios consistentes, enquanto revis&#245;es integrativas corroboraram o potencial regenerativo dessa t&#233;cnica. Esses resultados indicam que o PRP pode ser visto como uma op&#231;&#227;o promissora na &#225;rea da biomedicina est&#233;tica.</p><p>Embora haja evid&#234;ncias que apoiem os resultados, limita&#231;&#245;es nos m&#233;todos utilizados enfraquecem sua robustez. A diversidade nos protocolos de prepara&#231;&#227;o, a varia&#231;&#227;o na densidade de plaquetas e a falta de padroniza&#231;&#227;o dificultam as compara&#231;&#245;es entre as diferentes pesquisas. Ademais, a maior parte dos estudos foi realizada com amostras reduzidas e acompanhamentos de breve dura&#231;&#227;o, o que limita a generaliza&#231;&#227;o e a avalia&#231;&#227;o da persist&#234;ncia dos efeitos. Portanto, apesar de os dados atuais sugerirem efic&#225;cia, &#233; imprescind&#237;vel ter cautela ao interpretar e aplicar os resultados na pr&#225;tica cl&#237;nica.</p><p>O PRP provou ser seguro, mostrando apenas efeitos colaterais leves e tempor&#225;rios, como dor na &#225;rea tratada, incha&#231;o e vermelhid&#227;o. Quando combinado com outras abordagens, como microagulhamento e &#225;cido hialur&#244;nico, mostrou-se capaz de melhorar os resultados est&#233;ticos, diminuindo o per&#237;odo de recupera&#231;&#227;o e elevando a satisfa&#231;&#227;o dos pacientes. Esses resultados destacam a import&#226;ncia do PRP como um auxiliar valioso em tratamentos est&#233;ticos contempor&#226;neos, sempre que utilizado com aten&#231;&#227;o e rigor nas pr&#225;ticas de assepsia.</p><p>Com base no que foi discutido, pode-se afirmar que o plasma rico em plaquetas &#233; uma alternativa segura e eficaz no processo de rejuvenescimento facial, funcionando como um recurso que potencializa os resultados est&#233;ticos. No entanto, o desenvolvimento futuro dessa t&#233;cnica depende da realiza&#231;&#227;o de estudos multic&#234;ntricos, de extensa dura&#231;&#227;o e com metodologias mais uniformes, visando estabelecer protocolos de aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica confi&#225;veis. Assim, a quest&#227;o central desta an&#225;lise sobre a efic&#225;cia do PRP no rejuvenescimento facial pode ser respondida afirmativamente, embora seja necess&#225;rio ressaltar a import&#226;ncia de obter evid&#234;ncias mais s&#243;lidas para uma verdadeira confirma&#231;&#227;o de sua efic&#225;cia.</p><h3><strong>REFER&#202;NCIAS</strong></h3><ul><li><p>ALAM, M. et al. <strong>Effect of platelet-rich plasma injection for rejuvenation of photoaged facial skin:</strong> a randomized clinical trial. Medical Journal Cairo University, v. 87, n. 3, 2019.</p></li><li><p>ALBANO, R. P. S.; PEREIRA, L. P.; ASSIS, I. B. <strong>Microagulhamento &#8211; a terapia que induz a produ&#231;&#227;o de col&#225;geno:</strong> revis&#227;o de literatura. Revista Sa&#250;de em Foco, S&#227;o Louren&#231;o, n. 10, p. 455-473, 2018.</p></li><li><p>ALVES, E. H. P.; NASCIMENTO, H. M. S.; MONTEIRO, O. S.; BARBOSA, N. B.; MELO, D. M. S.; GARC&#202;S, T. C. C. S.; MAGALH&#195;ES, I. S.; OLIVEIRA, A. 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Acesso em: 29 ago. 2025.</p></li><li><p>PAVLOVIC, V.; CIRIC, M.; JOVANOVIC, V.; STOJANOVIC, P. <strong>Plasma rico em plaquetas:</strong> uma breve vis&#227;o geral de certos componentes bioativos. Open Medicine, v. 11, p. 242-246, 2016.</p></li><li><p>PHOEBE, Lam Kar Wai; LEE, Kar Wai Alvin; CHAN, Lisa Kwin Wah; HUNG, Lee Cheuk; WU, Raymond; WONG, Sky; WAN, Jovian; YI, Kyu-Ho. <strong>Use of platelet rich plasma for skin rejuvenation.</strong> Skin Research and Technology, v. 30, 2024. DOI: https://doi.org/10.1111/srt.13714. Acesso em: 29 ago. 2025.</p></li><li><p>RABELLO, C. P.; FRANCISCO, J.; MACHADO, K. E. <strong>Altera&#231;&#245;es pigmentares p&#243;s-tratamentos est&#233;ticos em pessoas de pele negra</strong>. Infarma &#8211; Ci&#234;ncias Farmac&#234;uticas, v. 31, e1, 2019.</p></li><li><p>REBECCA-WISNIEWSKI, Edirlene Sara; KOPPENHAGEM, Bruno Rafael; SILVA, Claudinei Mesquita; PEDER, Leyde Daiane. <strong>Uso de Plasma Rico em Plaquetas no Rejuvenescimento Facial:</strong> Uma Revis&#227;o de Literatura. Revista Th&#234;ma et Scientia, v. 10, n. 2, p. 67&#8211;74, 2020. Dispon&#237;vel em: <a href="https://ojsrevistas.fag.edu.br/index.php/RTES/article/view/1105/1143?utm_source=chatgpt.com">https://ojsrevistas.fag.edu.br/index.php/RTES/article/view/1105/1143</a>. Acesso em: 29 ago. 2025.</p></li><li><p>REDAELLI, A.; ROMANO, D.; MARCIAN&#211;, A<strong>. Face and neck revitalization with platelet-rich plasma (PRP):</strong> clinical outcome in a series of 23 consecutively treated patients. Journal Of Drugs In Dermatology, v. 9, n. 5, p. 466-472, maio 2010.</p></li><li><p>SIXMA, J. 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Para entregar resultados na&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-complexa-engenharia-do-terco-inferior">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Formatos de Rosto e o Jogo de Luz e Sombra na Estética [Beleza Atemporal Aula 07]]]></title><description><![CDATA[Na harmoniza&#231;&#227;o facial, muitas das abordagens que utilizamos para equilibrar uma face t&#234;m ra&#237;zes profundas na cosm&#233;tica e no estudo das propor&#231;&#245;es.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/formatos-de-rosto-e-o-jogo-de-luz</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/formatos-de-rosto-e-o-jogo-de-luz</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:48:49 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886771/b91195e6-4d69-485f-a386-0e4ec525bde3/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Na harmoniza&#231;&#227;o facial, muitas das abordagens que utilizamos para equilibrar uma face t&#234;m ra&#237;zes profundas na cosm&#233;tica e no estudo das propor&#231;&#245;es. Conceitos que dividem o rosto em formatos geom&#233;tric&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/formatos-de-rosto-e-o-jogo-de-luz">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Biótipos Faciais e a Estratégia Clínica Ideal [Beleza Atemporal Aula 06]]]></title><description><![CDATA[Ap&#243;s medirmos os ter&#231;os faciais e as larguras horizontais, surge uma pergunta comum: o comprimento total da face &#233; simplesmente a soma matem&#225;tica dos tr&#234;s ter&#231;os?]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/biotipos-faciais-e-a-estrategia-clinica</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/biotipos-faciais-e-a-estrategia-clinica</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 26 May 2026 13:37:28 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886768/060d0273-0a4c-4566-965b-6d3f81925260/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Ap&#243;s medirmos os ter&#231;os faciais e as larguras horizontais, surge uma pergunta comum: o comprimento total da face &#233; simplesmente a soma matem&#225;tica dos tr&#234;s ter&#231;os? A resposta cl&#237;nica &#233; n&#227;o. Para obter&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/biotipos-faciais-e-a-estrategia-clinica">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Proporções Horizontais e o Perigo dos Excessos [Beleza Atemporal Aula 05]]]></title><description><![CDATA[Com as propor&#231;&#245;es verticais devidamente mapeadas, o planejamento da harmoniza&#231;&#227;o facial avan&#231;a para um eixo clinicamente cr&#237;tico: as propor&#231;&#245;es horizontais.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/proporcoes-horizontais-e-o-perigo</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/proporcoes-horizontais-e-o-perigo</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Fri, 22 May 2026 13:39:49 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886764/abdd42b1-30f0-4b27-84d8-e2c40292427b/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Com as propor&#231;&#245;es verticais devidamente mapeadas, o planejamento da harmoniza&#231;&#227;o facial avan&#231;a para um eixo clinicamente cr&#237;tico: as propor&#231;&#245;es horizontais. &#201; a largura do rosto que determina grande &#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/proporcoes-horizontais-e-o-perigo">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Análise Vertical e a Proporção dos Terços Faciais [Beleza Atemporal Aula 04]]]></title><description><![CDATA[Ap&#243;s determinar a linha m&#233;dia facial, o pr&#243;ximo passo essencial no diagn&#243;stico estrutural &#233; a an&#225;lise das propor&#231;&#245;es verticais, conhecida clinicamente como a regra dos ter&#231;os faciais.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/a-analise-vertical-e-a-proporcao</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/a-analise-vertical-e-a-proporcao</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 19 May 2026 12:54:22 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886761/55b40893-5eb3-4b2b-b558-61fca2e61648/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Ap&#243;s determinar a linha m&#233;dia facial, o pr&#243;ximo passo essencial no diagn&#243;stico estrutural &#233; a an&#225;lise das propor&#231;&#245;es verticais, conhecida clinicamente como a regra dos ter&#231;os faciais. Tradicionalment&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-analise-vertical-e-a-proporcao">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Uma constelação de Criadores]]></title><description><![CDATA[Ou como a Fal&#225;cia da Distin&#231;&#227;o sem Diferen&#231;a &#233; utilizada pra enganar o aluno]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/uma-constelacao-de-criadores</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/uma-constelacao-de-criadores</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Mon, 18 May 2026 11:32:33 GMT</pubDate><enclosure url="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Sala cheia, talvez umas 600, 700 pessoas sentadas esperando a entrada de uma professora. Som alto, luzes, brilhos e l&#225; vem a professora, entrando no palco como entravam os jurados do programa Silvio Santos.</p><p>O assunto da aula? Pouco importava, importava que ela estava l&#225; pronta para contar &#8220;todos os segredos&#8221; da t&#233;cnica de fios de sustenta&#231;&#227;o (Ok, o assunto eram fios de sustenta&#231;&#227;o&#8230;) que ela &#8220;criou&#8221;. </p><p>Todos&#8230; os&#8230; segredos. Uau. Vai vir coisa boa ai, correto?</p><p>N&#227;o. Veio uma apresenta&#231;&#227;o morna mas cheio de ego, meio apresenta&#231;&#227;o de cat&#225;logo de uso de fios com v&#225;rias fotos de antes e depois que vieram direto do Instagram da diva. L&#225; pelas tantas, meio no final da aula, depois de descrever uma abordagem &#8220;sensacional&#8221; em que ela insere a pontinha do fio no tecido para aumentar a forma&#231;&#227;o de col&#225;geno, ela conta de onde &#8220;aprendeu&#8221;:</p><blockquote><p>Voc&#234;s acreditam que essa t&#233;cnica de colocar o resto do fio para estimular col&#225;geno eu criei do nada, eu imaginei quando acordei de repente de uma <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/o-crepusculo-da-rainha-pryscila-rejane">viagem que estava fazendo pra Dubai</a>?</p></blockquote><p>N&#227;o foi a frase exata, mas o contexto foi esse: na viagem pra Dubai ela acorda e tem uma serendipidade: ao inv&#233;s de cortar a ponta do fio, pretende colocar dentro no tecido pra formar mais col&#225;geno.</p><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif" data-component-name="Image2ToDOM"><div class="image2-inset"><picture><source type="image/webp" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_424,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_848,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_1272,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_1456,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 1456w" sizes="100vw"><img src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif" width="320" height="208" data-attrs="{&quot;src&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif&quot;,&quot;srcNoWatermark&quot;:null,&quot;fullscreen&quot;:null,&quot;imageSize&quot;:null,&quot;height&quot;:130,&quot;width&quot;:200,&quot;resizeWidth&quot;:null,&quot;bytes&quot;:null,&quot;alt&quot;:&quot;a man is holding his finger to his forehead while thinking .&quot;,&quot;title&quot;:null,&quot;type&quot;:null,&quot;href&quot;:null,&quot;belowTheFold&quot;:false,&quot;topImage&quot;:true,&quot;internalRedirect&quot;:null,&quot;isProcessing&quot;:false,&quot;align&quot;:null,&quot;offset&quot;:false}" class="sizing-normal" alt="a man is holding his finger to his forehead while thinking ." title="a man is holding his finger to his forehead while thinking ." srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_424,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_848,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_1272,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!fCR3!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_lossy/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F8af82a92-787d-43ca-9a58-f2d45cfa91ce_200x130.gif 1456w" sizes="100vw" fetchpriority="high"></picture><div></div></div></a></figure></div><p>Ser&#225; que a tal professora, para estudar, nunca, jamais leu nenhum artigo do George e do Constantin Sulamanidze que descreveram <strong>EXATAMENTE </strong>essa abordagem h&#225; mais de<strong> 20 (VINTE)</strong> anos atr&#225;s? Dois caras que s&#227;o referencia em fios de sustenta&#231;&#227;o. Justamente o tema de escolha para ela descrever as t&#233;cnicas dela.</p><p>Corta a cena. Vamos pra outra:</p><div><hr></div><p>Aula online de um curso sobre planejamento facial. Umas boas dezenas (ou centenas, n&#227;o lembro) e a professora l&#225; ensinando como fazer planejamento facial, e marcar os pontos de refer&#234;ncia.</p><p>Um dia inteiro, e a professora junto com a chefe, mostrando as inova&#231;&#245;es da t&#233;cnica de an&#225;lise.</p><p> (sim, quem dava a aula era a professora mas a chefa dela que aben&#231;oava as coisas. Essa chefa faz muito disso, com v&#225;rios professores, mas n&#227;o &#233; o m&#233;rito agora)</p><p>Da&#237; a inova&#231;&#227;o da t&#233;cnica era basicamente uma simplifica&#231;&#227;o da an&#225;lise facial que a Ortodontia faz desde a d&#233;cada de 50. E a mudan&#231;a de nomenclatura sem nenhuma, zero, necessidades. Como assim?</p><p>Explico: o ponto<strong> G&#244;nio</strong>, que identifica o &#226;ngulo da mand&#237;bula, passou a ser renomeado de ponto A, de &#8220;&#226;ngulo da mand&#237;bula&#8221;<br><br>O ponto <strong>subnasal</strong> virou o ponto N, de &#8220;nariz&#8221;. O ponto <strong>Z&#237;gio </strong>que fica<strong> </strong>a parte mais saliente da face lateral do osso zigom&#225;tico virou o ponto M.</p><p>M de &#8220;ma&#231;a do rosto&#8221;. Voc&#234; n&#227;o leu errado: &#8220;M de ma&#231;a do rosto&#8221;, a professora que falou.</p><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2 is-viewable-img" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png" data-component-name="Image2ToDOM"><div class="image2-inset"><picture><source type="image/webp" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_424,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_848,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_1272,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_1456,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 1456w" sizes="100vw"><img src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png" width="508" height="611" data-attrs="{&quot;src&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png&quot;,&quot;srcNoWatermark&quot;:null,&quot;fullscreen&quot;:null,&quot;imageSize&quot;:null,&quot;height&quot;:611,&quot;width&quot;:508,&quot;resizeWidth&quot;:null,&quot;bytes&quot;:415145,&quot;alt&quot;:null,&quot;title&quot;:null,&quot;type&quot;:&quot;image/png&quot;,&quot;href&quot;:null,&quot;belowTheFold&quot;:true,&quot;topImage&quot;:false,&quot;internalRedirect&quot;:&quot;https://play.institutovelasco.com.br/i/197894342?img=https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe23da6e8-3ea7-413a-8de8-e0782787388a_1920x1080.png&quot;,&quot;isProcessing&quot;:false,&quot;align&quot;:null,&quot;offset&quot;:false}" class="sizing-normal" alt="" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_424,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_848,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_1272,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!ibsn!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6d43458c-aba6-4071-94df-b930234411ac_508x611.png 1456w" sizes="100vw" loading="lazy"></picture><div class="image-link-expand"><div class="pencraft pc-display-flex pc-gap-8 pc-reset"><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container restack-image"><svg role="img" width="20" height="20" viewBox="0 0 20 20" fill="none" stroke-width="1.5" stroke="var(--color-fg-primary)" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><g><title></title><path d="M2.53001 7.81595C3.49179 4.73911 6.43281 2.5 9.91173 2.5C13.1684 2.5 15.9537 4.46214 17.0852 7.23684L17.6179 8.67647M17.6179 8.67647L18.5002 4.26471M17.6179 8.67647L13.6473 6.91176M17.4995 12.1841C16.5378 15.2609 13.5967 17.5 10.1178 17.5C6.86118 17.5 4.07589 15.5379 2.94432 12.7632L2.41165 11.3235M2.41165 11.3235L1.5293 15.7353M2.41165 11.3235L6.38224 13.0882"></path></g></svg></button><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container view-image"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="20" height="20" viewBox="0 0 24 24" fill="none" stroke="currentColor" stroke-width="2" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" class="lucide lucide-maximize2 lucide-maximize-2"><polyline points="15 3 21 3 21 9"></polyline><polyline points="9 21 3 21 3 15"></polyline><line x1="21" x2="14" y1="3" y2="10"></line><line x1="3" x2="10" y1="21" y2="14"></line></svg></button></div></div></div></a><figcaption class="image-caption">Estes s&#227;o os pontos &#8220;criados&#8221; nessa nova an&#225;lise facial</figcaption></figure></div><p>Tem outras p&#233;rolas tamb&#233;m: C de Cabelo, S de sobrancelha&#8230; deu pra entender a vibe: </p><blockquote><p>&#8220;Ao inv&#233;s de utilizar pontos de an&#225;lise cefalom&#233;trica que a literatura utiliza h&#225; d&#233;cadas, vou dar um nome diferente e falar que criei algo.&#8221;</p></blockquote><p>Corta a cena de novo. </p><div><hr></div><p>Instagram. Detesto Instagram mas tenho que eventualmente usar pra divulgar servi&#231;os, afinal esse aplicativo virou essencialmente um cat&#225;logo, n&#233;?</p><p>Acesso l&#225; e de primeira aparece uma postagem dizendo algo como: <strong>&#8220;A t&#233;cnica que EU desenvolvi para tratamento de necrose foi publicada&#8221;. </strong></p><p>Curioso que sou, vou l&#225; no carrossel e vejo que a t&#233;cnica que a profissional &#8220;desenvolveu&#8221; &#233; exatamente a mesma que &#233; descrita em literatura h&#225; pelo menos uns 10 anos em um bom apanhado de artigos e muitos muitos autores diferentes. Resumindo: zero novidades, zero cria&#231;&#227;o.</p><blockquote><p>Ahh, mas a sequ&#234;ncia de tratamento foi diferente! EU criei esta nova sequ&#234;ncia!!</p></blockquote><p>Na escola, aprendemos na matem&#225;tica b&#225;sica que &#8220;a ordem dos fatores n&#227;o altera o produto&#8221;. Quando adultos, e quando j&#225; esquecemos da matem&#225;tica, passamos a falar que &#8220;a ordem dos tratores n&#227;o altera o viaduto&#8221;&#8230; Ou seja, simplesmente mudar a ordem de um tratamento n&#227;o faz de mim um criador. At&#233; porque simplesmente mudar uma eventual sequencia de tratamento poderia trazer questionamentos do motivo, e isso, numa postagem de instagram, n&#227;o vai acontecer&#8230;</p><p>Pior, ao comentar esse fato buscando a resposta a este questionamento, meu  coment&#225;rio foi apagado. &#201; tipo uma discuss&#227;o cient&#237;fica de uma via s&#243;. A &#8220;autoridade&#8221; fala e publica o que quer, e apaga o que n&#227;o agrada.</p><div><hr></div><p>Mas me expliquem, se puderem: porque passamos a ser cercados de pessoas regulares que t&#234;m um ego t&#227;o inflado, e conscientemente ou inconsientemente passamos a &#8220;oferecer&#8221; uma autoridade que eles n&#227;o deveriam ter? </p><p>Desde a professora que n&#227;o conhece a fundo nem o assunto que se disp&#245;e a ensinar, at&#233; o museu de velhas novidades do manejo de necrose s&#227;o dezenas de profissionais que n&#227;o tem o m&#237;nimo de <strong>autoridade REAL</strong> e est&#227;o ensinando por ai.</p><p>Pior, pagando de &#8220;Steve Jobs da Harmoniza&#231;&#227;o Facial&#8221; , requentando t&#233;cnicas estabelecidas por d&#233;cadas, mas que, depois de maquiadas, passam a ser vendidas como uma &#8220;cria&#231;&#227;o pr&#243;pria&#8221;.</p><p>Profissionais medianos, n&#227;o excepcionais, mas que se acham a &#250;ltima bolacha do pacote. S&#227;o dotados de tamanha autoconfian&#231;a, que conseguem espalhar abobrinhas ou requentar coisas criadas por outros e dando os louros para si.</p><p>Note que n&#227;o se trata necessariamente de profissionais ruins; eles podem at&#233; oferecer um bom atendimento e entregar bons resultados aos pacientes. A quest&#227;o &#233; a conveni&#234;ncia: eles se valem da proje&#231;&#227;o nas redes sociais e de parcerias com a ind&#250;stria farmac&#234;utica para ganhar status de autoridade. Com essa visibilidade, o foco acaba se desviando do paciente para a monetiza&#231;&#227;o de solu&#231;&#245;es e 'cria&#231;&#245;es' particulares. E d&#225;-lhe cursos.</p><p>Se bem que, como contei no primeiro 'causo', a professora poderia ter estudado um pouco mais para n&#227;o precisar recorrer a esse papo furado de 'ilumina&#231;&#227;o nas alturas de Dubai'. Vou dar esse benef&#237;cio da d&#250;vida a ela; prefiro crer que faltou profundidade nos estudos do que sugerir simplesmente m&#225;-f&#233;. Seria injusto assumir o pior sem provas.</p><p>Veja s&#243;, n&#227;o h&#225; absolutamente nenhum problema em apresentar e ensinar uma t&#233;cnica j&#225; consolidada em um curso, aula ou palestra. Pelo contr&#225;rio, compartilhar metodologias comprovadas &#233; o papel esperado de qualquer bom educador. </p><p>Mas obviamente muitas vezes esbarramos na mais pura <strong>desonestidade intelectual</strong> ao renomear um conhecimento de dom&#237;nio p&#250;blico ou universal para embal&#225;-lo como se fosse uma inven&#231;&#227;o genial de autoria pr&#243;pria. </p><p>O mercado da Harmoniza&#231;&#227;o Facial nos apresenta uma &#243;tima oportunidade para entender essa pr&#225;tica: a partir do sucesso comercial de um m&#233;todo original, o MD Codes, uma legi&#227;o de profissionais percebeu o fil&#227;o financeiro de ter &#8220;uma t&#233;cnica para chamar de sua&#8221;. Para n&#227;o admitirem que est&#227;o apenas replicando a mesma t&#233;cnica de inje&#231;&#227;o, doses e volumes por regi&#227;o, passaram a maquiar o protocolo b&#225;sico com novas siglas. &#201; assim que a &#225;rea foi inundada por supostas &#8216;inova&#231;&#245;es&#8217; todas renomeadas com "XXX&#8221; Codes.</p><blockquote><p>N&#227;o vou usar MD, vou fazer o "Meu Nome&#8221;Codes.</p></blockquote><p> Na pr&#225;tica, muda-se apenas o letreiro, registra-se uma marca e vende-se a ilus&#227;o da exclusividade a pre&#231;os exorbitantes, comercializando um marketing predat&#243;rio baseado em falsas autorias.</p><p>A maior prova dessa desonestidade &#233; o prazo de validade dessas &#8216;cria&#231;&#245;es&#8217;.  Por serem pautadas exclusivamente no vi&#233;s comercial, esses cursos aparecem, surfam no hype e logo somem. No ano seguinte, o mesmo criador simplesmente muda o nome do protocolo, lan&#231;a um &#8216;novo&#8217; curso revolucion&#225;rio, angaria uma nova leva de profissionais desavisados e o ciclo recome&#231;a. </p><p>Veja o contraste: o cirurgi&#227;o pl&#225;stico Maur&#237;cio de Maio, criador do MD Codes, trabalha h&#225; mais de uma d&#233;cada com o mesm&#237;ssimo conceito. Ele foge do modismo justamente porque a sua t&#233;cnica n&#227;o &#233; um &#8220;produto&#8221;; ela &#233; uma t&#233;cnica com base cient&#237;fica fundamentada e aprimorada de verdade. Em vez de inventar um nome novo a cada temporada apenas para vender novos cursos, ele lan&#231;a publica&#231;&#245;es e atualiza&#231;&#245;es t&#233;cnicas a cada dois ou tr&#234;s anos. O m&#233;todo n&#227;o virou 'vers&#227;o 2.0', '3.0', nem nada disso. &#201; o que no marketing &#233; chamado de um produto <em>evergreen</em>: possui uma base t&#227;o s&#243;lida que &#233; perene, mantendo-se sempre relevante.</p><p>Bem o oposto dos causos, n&#233;?</p><p>E como o tio Ben falou: com grandes poderes v&#234;m grandes responsabilidades. Hoje, ter um palco com luzes de programa de audit&#243;rio, milhares de seguidores no Instagram e o t&#237;tulo de 'embaixador' de uma marca confere a esses profissionais um poder imenso de influ&#234;ncia. </p><p>A responsabilidade de quem assume o microfone deveria ser com a ci&#234;ncia, com a verdade e com a educa&#231;&#227;o, e n&#227;o com a infla&#231;&#227;o do pr&#243;prio ego para vender o pr&#243;ximo curso. A est&#233;tica e a harmoniza&#231;&#227;o n&#227;o precisam de novos 'Steve Jobs' tendo epifanias em Dubai; precisam de profissionais que sentem a bunda na cadeira, leiam os artigos de quem veio antes e tenham a dec&#234;ncia de dar os devidos cr&#233;ditos. </p><p>At&#233; l&#225;, cabe a n&#243;s separar quem faz ci&#234;ncia de quem faz apenas espet&#225;culo.</p><p>Hasta.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Linha Média e a Análise de Simetria [Beleza Atemporal Aula 03]]]></title><description><![CDATA[&#201; a partir dessa linha imagin&#225;ria que estabelecemos os pontos cefalom&#233;tricos que guiar&#227;o todas as medidas e propor&#231;&#245;es do tratamento. No entanto, definir onde exatamente passa essa linha gera algumas diverg&#234;ncias cl&#237;nicas importantes.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/a-linha-media-e-a-analise-de-simetria</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/a-linha-media-e-a-analise-de-simetria</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Fri, 15 May 2026 12:51:35 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886756/ae8937dd-4bd5-45ad-a25d-ae3540941708/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Quando o paciente senta na sua cadeira e a documenta&#231;&#227;o fotogr&#225;fica est&#225; pronta e alinhada, por onde come&#231;ar o planejamento da Harmoniza&#231;&#227;o Facial? A resposta &#233; un&#226;nime e fundamental: pela determina&#231;&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-linha-media-e-a-analise-de-simetria">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Arte de Ler a Face Através da Luz e Fotografia [Beleza Atemporal Aula 02]]]></title><description><![CDATA[A beleza na antiguidade greco-romana j&#225; era definida pela uni&#227;o entre propor&#231;&#227;o, cor e luz.]]></description><link>https://play.institutovelasco.com.br/p/a-arte-de-ler-a-face-atraves-da-luz</link><guid isPermaLink="false">https://play.institutovelasco.com.br/p/a-arte-de-ler-a-face-atraves-da-luz</guid><dc:creator><![CDATA[Rogério Gonçalves Velasco]]></dc:creator><pubDate>Tue, 12 May 2026 12:43:01 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-video.s3.amazonaws.com/video_upload/post/196886754/5cc7abcd-b27c-4cb6-af5d-88fa9552ef29/transcoded-00001.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>A beleza na antiguidade greco-romana j&#225; era definida pela uni&#227;o entre propor&#231;&#227;o, cor e luz. Na harmoniza&#231;&#227;o facial moderna, esse conceito continua intacto: o profissional atua, em ess&#234;ncia, criando u&#8230;</p>
      <p>
          <a href="https://play.institutovelasco.com.br/p/a-arte-de-ler-a-face-atraves-da-luz">
              Read more
          </a>
      </p>
   ]]></content:encoded></item></channel></rss>