Um dos assuntos que mais gera dúvidas e preocupações, tanto para pacientes quanto para profissionais da área de estética e harmonização facial, é a migração de preenchedores. Afinal, o produto injetado no rosto pode realmente sair do lugar? Isso é um mito, um erro de técnica do profissional ou uma propriedade biológica e química do material utilizado?
Embora existam poucas respostas definitivas e uma escassez de trabalhos extensos na literatura médica sobre o tema, a migração é, de fato, uma das complicações possíveis dos preenchimentos. Para desmistificar esse cenário, precisamos analisar desde a técnica de aplicação até as características reológicas dos produtos, passando pela anatomia única de cada paciente.
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